quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Brasões

o primeiro... utilizado até 1935
Acima, brasão atribuído pelo ministro das Colónias, Armindo Rodrigues Monteiro, a 8 de Maio de 1935.
Pela portaria nº. 8098 de 1935.05.06, a cada um dos oito territórios (colónias) foi atribuído um escudo partido em mantel, cuja sinistra ostentava uma composição heráldica característica do território, enquanto a dextra e a ponta, idênticas nos vários brasões, realçavam a ligação à metrópole.
Assim, eram a dextra, de prata, cinco escudetes, de azul, postos em cruz e carregados cada um com cinco besantes de prata em aspa; e a ponta, de prata, cinco ondas de verde. No que a Macau diz respeito: de azul, um dragão chinês, de ouro, aramdo e linguado de vermelho, carregado com um dos escudetes da dextra.
Este brasão de 1935 vai manter-se até 1951 quando a inscrição no listel passa a ter escrito "Província Portuguesa de Macau" (e os mesmo se passou nas outras províncias) até 1975. A partir de 1975 - caso único - o brasão mantém-se passando a ler-se "Governo de Macau" até 1999. Existiu ainda uma variante só com a palavra "Macau". Estas bandeiras foram pouco utilizadas no Território, prevalecendo o uso da bandeira portuguesa.


 Fachada do BNU em Lisboa: brasões das seis colónias onde o BNU era banco emissor.
Escultura em relevo de Leopoldo de Almeida colocada na sede na rua Augusta em 1964, centenário do  BNU

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