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sábado, 4 de março de 2017

João António Ferreira Lamas

Morreu esta sexta-feita João António Ferreira Lamas. Foi aluno do Colégio Militar, formou-se em engenharia no Porto e interessou-se pela Ásia por influência do seu trisavó paterno ainda no século XIX. António Gonçalves Lamas, era um comerciante de Lisboa com negócios no Extremo Oriente tendo aberto em Lisboa a primeira loja de chá. Apesar de nunca ter residido em Macau, JAFL aumentou o interesse pela história e cultural locais por via do casamento com Ercília Maria de Sousa Nolasco da Silva, membro de uma antiga e prestigiada família macaense.
Visitou Macau pela primeira vez em 1971e apercebeu-se que praticamente já não se fazia comida macaense, “a não ser a dos chás-gordos [misto de chá e de jantar, servido de pé em dias festivos, com iguarias salgadas e doces, frias e quentes] no Palácio do Governo e no Leal Senado, devido à saída continuada de famílias tradicionais macaenses do território a partir da II Guerra Mundial”, diria ao jornal Ponto Final em 2009.
Dedicou-se então ao estudo da gastronomia macaense e já na década de 1990, como membro da direcção da Casa de Macau em Lisboa (de que é sócio benemérito), fez um pedido para que os sócios lhe dessem receitas macaenses. Conseguiu recolher 800, das quais publicou 600 no livro “A Culinária dos Macaenses” que teve duas edições, em 1995 e 1997.
O livro serviria ainda de base para uma novo título, editado em 2009, com o nome "Culinária Macaense - 100 Especialidades”, uma edição trilingue.
JAFL,foi ainda membro do Conselho de Curadores da Fundação Casa de Macau.
Ao lado: "A Culinária dos Macenses", da autoria de João António Ferreira Lamas. Lello Editores, 1997.
Fotografia de Ângelo Vieira. Prefácio de Jorge Forjaz.
Num próximo post abordarei com mais detalhe o conteúdo destes livros.

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Casa de Macau em Portugal recebe Prémio Identidade


24 de Junho, antigo Dia de Macau, é também o dia da Casa de Macau em Portugal. Criada em 1966 é a mais antiga de toda a diáspora macaense
No ano em que comemora 50 anos de existência, a Casa de Macau em Portugal foi galardoada com o Prémio Identidade, do Instituto Internacional de Macau. O vice-presidente da representação da comunidade macaense em Portugal, João Botas, explicou ao PONTO FINAL que esta distinção traz motivação para mais 50 anos de actividade.
Orgulho e uma dose de motivação para continuar a desenvolver o trabalho realizado. Foi desta forma que o vice-presidente da Casa de Macau em Portugal, João Botas, explicou, ao PONTO FINAL, o sentimento da instituição, que foi galardoada com o Prémio Identidade em 2016, que é atribuído pelo Instituto Internacional de Macau.
“É uma distinção que nos orgulha e que nos honra e que nos dá mais responsabilidade para mantermos aquela que é a missão da Casa de Macau”, afirmou João Botas, ontem, ao PONTO FINAL. “É o reconhecimento de um trabalho que tem vindo a ser desenvolvido há 50 anos e que espero que seja um motivo de elã para os próximos 50 anos, no mínimo”, frisou.
O Prémio Identidade do IIM foi instaurado em 2003 e é atribuído com o objectivo de galardoar pessoas ou instituições que tenham contribuído de forma continuada para o reforço e valorização da identidade macaense. Entre os vencedores anteriores estão nomes como Henrique de Senna Fernandes, a Diocese de Macau, a Universidade de Macau ou a Escola Portuguesa de Macau.
Este ano o Instituto Internacional justificou a atribuição da distinção à Casa de Macau em Portugal com “a relevante contribuição, ao longo de 50 anos, para a promoção e divulgação da cultura macaense em Portugal”, com o “reforço dos laços de amizade e solidariedade entre os membros” e o “desenvolvimento de relações entre as comunidades macaenses espalhadas pelo mundo”.
O prémio, que vai ser formalmente entregue em Novembro, adquire ainda uma importância extra porque a Casa de Macau em Portugal cumpre este ano o seu 50.º aniversário: “Em 50 anos muita coisa muda e a Casa de Macau em Portugal tem feito por se adaptar aos tempos e ao contexto onde está inserida. Somos um elo de ligação entre macaenses e todos os que têm Macau no coração”, explicou o vice-presidente sobre o momento da instituição.
Actualmente a instituição tem cerca de 500 sócios, sendo que um dos objectivos mais próximos passar por garantir a renovação do contingente de membros e por uma maior abertura à sociedade civil.
“Ao longo dos anos temos tido um número de sócios muito perto do meio milhar, uma vezes mais outra vezes menos. Isto mostra que faz sentido continuar com a nossa actividade. É uma instituição que precisa de se renovar, mas estão reunidas todas as condições para continuar porque Macau é uma terra que tem uma história ímpar e que faz com que as pessoas se mobilizem e liguem por afectos”, acrescentou.
Apesar de formalmente a entrega do prémio apenas estar agendada para o Encontro das Comunidades Macaenses, que terá início no dia 30 de Novembro, já no próximo dia 25, a instituição vai já receber um diploma relativo ao galardão. Este documento vai ser entregue durante a cerimónia da celebração dos 50 anos da Casa de Macau em Portugal.
in Ponto Final 13.6.2016

quarta-feira, 9 de março de 2016

Reflexões "macaenses" em ano de "Encontro"


Já passaram mais de 20 anos sobre a primeira edição do Encontro das Comunidades Macaenses. Foi em Novembro de 1993 e começou a ser delineado anos antes, por volta de 1989 (curiosamente num jantar de macaenses em Toronto, Canadá, onde estava Lourenço da Conceição), e desde cedo apadrinhado pelo Governo de Macau. Desse primeiro grupo que 'arquitectou' o projecto fizeram parte nomes como José Celestino da Silva Maneiras, Presidente do Leal Senado, António Rodrigues, funcionário da Universidade de Macau, José Sales Marques, Sub Director dos Serviços de Turismo, Armindo Ferreira, Chefe de Secção dos Serviços de Turismo, e Lourenço da Conceição, Administrador de Autoridade Monetária e Cambial de Macau. 

No discurso da sessão de abertura do evento, a 4 de Novembro de 1993, o Governador Rocha Vieira falou perante mais de 600 representantes das Casas de Macau e de associações de macaenses de Portugal, Brasil, Estados Unidos, Canadá e Austrália.
"Estamos confiantes na continuidade de um Macau igual a si próprio, continuidade na participação livre e convivente das várias componentes culturais e humanas cuja presença e interacção fizeram a identidade de Macau e continuam a ser condição do seu desenvolvimento e prosperidade. Este é o Macau que todas as partes têm interesse que perdure, este é o Macau que tem o futuro do seu lado, que tem a seu favor o tempo e o sentido da história". (...) 
A presença e a ligação dos Macaenses ao Território é o factor fundamental da continuidade do espírito de Macau, um factor importantíssimo da preservação da sua identidade, e eu estou confiante que essa permanência e essa ligação se irão verificar, graças, uma vez mais, a esse traço essencial da personalidade portuguesa, à capacidade de compreender outras civilizações, de transmitir, respeitar e absorver os traços culturais determinantes, que é uma das grandes qualidades de inteligência e de temperamento dos Macaenses.
As Comunidades Macaenses espalhadas pelo Mundo poderão ter neste contexto um papel importantíssimo e por isso faço a todos vós um apelo veemente, um apelo de alguém que também ficou preso para sempre ao encanto desta Terra e partilha o mesmo anseio e uma grande confiança, relativamente ao seu destino.
Venham a Macau, façam de Macau um lugar de encontro, um lugar de peregrinação. Façam-no pela comunidade portuguesa de Macau que aqui permanecer, façam-no por aqueles que partirem, façam-no por Macau, por Macau que estou certo haverá de perdurar, nele perdurando Portugal, assim se cumprindo o legado de gerações e gerações de macaenses."
As palavras proferidas em 1993 pelo então Governador de Macau continuam válidas, bem como as do Presidente da República, Jorge Sampaio, no Encontro de 1999. No discurso de abertura feito em Março desse ano dizia assim o Presidente Sampaio:
"A grande família macaense possui uma excepcional capacidade de integração nas mais variadas culturas e sociedades, mas renova-se a cada geração, mantendo bem vivos os sentimentos de ligação à sua terra mãe. (...) Devo lançar um desafio, dirigido às novas gerações aqui presentes (...) para que reforcem laços com a terra dos seus pais e dos seus antepassados, para que acompanhem a vida da sua cidade (...) quer seja, a escola, no trabalho, nas cinco partes do mundo, os melhores veículos da rica herança cultural macaense (...)" 
 Já se realizaram oito edições - 1993, 1996, 1999, 2001, 2004, 2007, 2010, 2013 - e já se passaram mais de vinte anos sobre o primeiro encontro, um evento em que a diáspora macaense 'volta a casa' para rever amigos e familiares mas também para falar das questões prementes em torno do que é ser macaense, em Macau e no mundo.
Após estas edições não subsistem dúvidas de "identidade" nem de "sentimento de pertença". Basta ver o crescente número de participantes nestas ocasiões. O que falta é criar condições para a manutenção da vivência macaense, onde quer que as comunidades macaenses estejam: Portugal, Brasil, EUA, Canadá, Austrália, etc...
O Conselho das Comunidades Macaenses (CCM - fundado a 29.11.2004) tem vindo a desenvolver um trabalho meritório mas que pode ser melhorado, nomeadamente na criação de condições básicas para uma melhor articulação e comunicação entre as diversas instituições macaenses. Refiro-me, por exemplo, a um portal na internet que agregue essas instituições e que vá dando conta do que se faz não só nos "encontros" mas também nos períodos entre os "encontros". Sugiro ainda ao CCM que se afirme ainda mais como interlocutor privilegiado dos "interesses" das comunidades macaenses espalhadas pelo mundo junto dos organismos oficiais do Governo da RAEM.
Há não muito tempo José Luis Sales Marques fazia ao Jornal Tribuna de Macau (4.12.2013) um retrato muito fiel do que é a actual situação das Casas de Macau:“As Casas de Macau vivem à custa dos seus próprios recursos, não vivem com subsídios. Vivem com uma grande capacidade de iniciativa e de auto-financiamento, mas que também tem os seus limites, sobretudo quando se quer fazer mais e melhor”.
Convém recordar que a alínea C do artigo 3º dos estatutos do CCM define que compete à direcção da CCM “propôr ao Governo da RAEM modalidades concretas de apoio às organizações não-governamentais de macaenses, locais ou do exterior”.

As Casas de Macau

Há muito que considero que, a cada encontro, mais do que discursos de circunstância, pode e deve-se estabelecer uma reflexão de ordem prática, mesmo a título informal, sobre as melhores formas de assegurar a continuidade das marcas identitárias macaenses. Materiais e imateriais: a cultura, a língua (patuá), a gastronomia, etc...
Para que isso possa ser feito é indispensável o apoio do governo da RAEM - em articulação com o conselho das Comunidades Macaenses - que deve procurar parceiros como as Casas de Macau na diáspora que podem (e devem) ser ponto privilegiados para a promoção de Macau como destino turístico singular nos países onde se encontram instaladas.
Existem muitas formas de o fazer, desde o apoio financeiro regular e acções de promoção pontuais. Dou um exemplo prático que começou a ser implementado na Casa de Macau em Portugal (CMP) em Maio de 2015. Enquanto vice-presidente da instituição convidei a Delegação do Turismo de Macau em Portugal a ser parceiro numa iniciativa que proporciona aos sócios e ao público em geral uma oportunidade única de provar comida macaense. Desde logo o Dr. Rodolfo Faustino abraçou a ideia e até agora as cerca de 500 pessoas que por lá passaram receberam de presente um conjunto de material de merchandising do Turismo de Macau.
Ao nível da promoção da gastronomia pode-se fazer mais e melhor, nomeadamente com o envolvimento da Confraria da Gastronomia Macaense (CGM). Neste exemplo que dei a Casa de Macau em Portugal suportou integralmente todas as despesas de formação de um cozinheiro que recebeu formação da Graça Pacheco Jorge, sócia da CMP e confreira de mérito da CGM.
As Casas de Macau espalhadas pelo mundo (e são mais de uma dezena) têm ainda condições singulares para servir de veículo à promoção da cultura nomeadamente através da venda de livros - em regime de consignação, por exemplo - editados pelo Instituto Cultural de Macau e outros organismos/empresas que publiquem livros sobre Macau na RAEM ou noutros países.
O próximo "Encontro das Comunidades Macaenses" está agendado para o final do ano em Macau tendo definidas como datas provisórias entre 26 de Novembro e 3 de Dezembro.
Se não for antes, vemo-nos lá! Saudações macaenses!
João Botas
Autor do blogue Macau Antigo - macauantigo.blogspot.com - de diversos livros sobre a história de Macau e ex-residente no território entre as décadas de 1980 e 1990.
Nota: O autor do artigo é actualmente vice-presidente da Casa de Macau em Portugal mas as opiniões expressas são feitas a título individual e não vinculam a instituição.
Artigo publicado na edição nº 9 de Março de 2016 do jornal A Voz da Associação dos Macaenses

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Jantar no restaurante "Macau" a 14 Novembro 1966


No dia 14 de Novembro de 1966, no restaurante Macau, no nº 26 da Rua Barata Salgueiro, em Lisboa, ocorre um jantar de confraternização entre alguns membros dos órgãos sociais da Casa de Macau em Portugal (a comemorar este ano o 50º aniversário), o recém-nomeado Governador de Macau, Nobre de Carvalho, e o Governador cessante, Lopes dos Santos. 
Nesta fotografia da época estão 13 personalidades (falta um, provavelmente o que tirou a fotografia), da esquerda para a direita: Gerardo Rangel, Carlos Basto, Bernardo Vidigal, Armando Hagatong, Nobre de Carvalho (Governador de Macau entre 1966 e 1974), Flávio dos Santos, Lopes dos Santos (Governador de Macau entre 1962 e 1966), Mariano Tamagnini, Raúl Cabral, Carlos Estorninho, Danilo Barreiros, Serpa Pimentel e NN.
O restaurante foi inaugurado em 1957 por um grupo de cinco chineses oriundos de Zhejiang. Em 1965, num anúncio publicado no Diário de Notícias o restaurante anunciava ter a "autêntica cozinha chinesa", com vaca com legumes a 22 escudos e chao min a 25 escudos.
PS: na próxima semana serão anunciados os vencedores do Passatempo do 7º Aniversário do blogue Macau Antigo.

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Ano Lunar do Macaco em Macau e Portugal

A Direcção dos Serviços do Turismo de Macau realiza a 10 e 13 de Fevereiro a "Parada de Celebração do Ano do Macaco". O evento festeja a chegada do Ano Novo Lunar, que se inicia a 8 de Fevereiro e que será regido pelo signo do macaco, um dos 12 animais venerados no zodíaco chinês.
Este ano, a parada tem como pano de fundo a história da vinda do "Rei Macaco com a Corte Celestial a Macau" para festejarem o Ano Novo Lunar. Na parada desfilarão, a pé e em carros alegóricos, mais de 1000 artistas, de Macau e grupos convidados do Japão, da Coreia do Sul, da Malásia, dos EUA, da Tailândia, de Hong Kong, de Espanha e de Portugal que estará representado pelo grupo da Marcha do Alto do Pina, vencedora da edição de 2015 das Marchas Populares de Lisboa.


PS: Se está por Portugal pode festejar o ano novo chinês com um almoço na Casa de Macau (Lisboa) na quarta-feira dia 10 Fevereiro.
Menu: sopa de van tan + chau min de orelhas de rato + pudim de côco
O menu inclui ainda água, refrigerante, cerveja, copo de vinho tinto ou branco (uma opção), café ou chá.  Preço: 10€ (sócios) e 12€ (público em geral).
Reservas até 2ª feira (17h): casademacau@mail.telepac.pt -Tel. 218 495 342 / 961 294 676

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

The Art of Macanese Cuisine

The Art of Macanese Cuisine and other IFT Delights. 
Edição de 2011 em inglês do Instituto de Formação Turística.
Para além de Macau, noutras parte do mundo é possível provar a gastronomia macaense. Em Portugal, por exemplo, a Casa de Macau - Av. Almirante Gago Coutinho, 142 Lisboa - proporciona menus de comida macaense às 4ªs feiras. Mediante marcação e pagamentos prévios até ao dia anterior através de casademacau@mail.telepac.pt e tel.218495342 / 961294676.
 

sábado, 30 de maio de 2015

Macau em Portugal... por estes dias

Por estes dias existem muitos e bons motivos para 'rever' Macau em Lisboa. Na Feira do Livro sugere-se uma visita ao pavilhão C19 da Livraria do Turismo de Macau em Portugal. Para além de livros pode ainda participar nas sessões de autógrafos agendadas: este sábado, 30 de Maio, às 16h Maria Helena do Carmo, às 18h Isabel Pinto, às 19h António Graça de Abreu e às 21h João Botas.
No dia 31 (domingo) às 17h Beatriz Basto do Silva, às 18h Jorge Arrimar e às 19h Ernesto Matos. A 3 de Junho, às 18h Graça Pacheco Jorge e Pedro Barreiros.
Na noite de 12 para 13 de Junho Macau volta às Marchas Populares na Avenida da Liberdade através do grupo artístico “Shun Tak China Travel”, grupo artístico vencedor da “Parada de Celebração do Ano da Cabra “ em Macau, mostrando através de animados quadros marcados pela música e dança a animação e vida através dos tempos que acontece à volta dos ferries que ligam Macau a Hong Kong.
Em Junho e Julho a Casa de Macau em Portugal (CM) oferece um vasto leque de actividades. Primeiro com os almoços de gastronomia macaense às quartas-feiras (excepto dia 10 de Junho) e depois com dois workshop de gastronomia nos dias 26 de Junho e 24 de Julho. A 20 de Junho a CM celebra o 49º aniversário com o tradicional chá gordo um evento para o qual são aceites inscrições - casademacau@mail.telepac.pt - até ao próximo dia 15.
A 24 de Junho assinala-se o Dia de Macau e o blogue Macau Antigo sugere uma visita ao núcleo de Macau da exposição Presença Portuguesa na Ásia, no piso 1 do Museu do Oriente.
Na Casa de Goa (Lisboa) está patente até 7 de Junho uma exposição de fotografias da autoria de Margarida Fernandes intitulada “Olhar Macau”.

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Saudades da comida macaense?

Entre Maio e Julho, sempre à 4ª feira, a Casa de Macau (Portugal) - na Av. Almirante Gago Coutinho, 142, em Lisboa - disponibiliza pratos de comida macaense preparados por Graça Pacheco Jorge, sócia da CM e Confreira de Mérito da Confraria da Gastronomia Macaense. 
Cada menu, onde o minchi é prato de entrada, já com bebidas incluídas, tem um custo de 11€ (sócios) e 13€ (público em geral). 
As refeições são servidas por marcação e pagamento até às 13 horas do dia anterior através dos serviços de secretaria: casademacau@mail.telepac.pt - Tel. 218 495 342
Os almoços são servidos entre as 12h e as 15 horas. Os pagamentos são feitos por transferência bancária para o NIB 0035 0125 0000 0500 5306 4 com envio obrigatório de comprovativo por e-mail.

Maio
Dias 6, 13, 20 e 27
Junho
Dias 3, 17 e 24
Julho
Dias 1, 8, 15, 22 e 29

Minchi
 Galinha Chau Chau Parida
Creme de manga
Minchi
 Galinha à Portuguesa
Creme de leite
Minchi
 Galinha Excelente
Bebinca de leite
Bebidas - uma opção: água / refrigerante / cerveja / copo de vinho tinto ou branco / café / chá
No final da refeição será oferecido um brinde surpresa. A iniciativa faz da CM o único local em Portugal onde é possível ter acesso à gastronomia macaense e tem o apoio do Centro de Informação e Promoção Turística de Macau em Portugal e da Quinta do Casal da Coelheira.