fotografia 'restaurada' com recurso a IA
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sexta-feira, 21 de agosto de 2026
quarta-feira, 29 de julho de 2026
sexta-feira, 26 de junho de 2026
Estátua de Ferreira do Amaral, uma acácia-rubra e o Liceu em 1968
O Comandante António José de Matos Nunes da Silva exerceu o cargo de Comandante da Defesa Marítima Territorial de 1966 a 1968, acumulando ainda as funções de Capitão dos Portos durante este período. Nesses anos fez centenas de fotografias e slides de Macau que partilhou inúmeras vezes comigo dando-me autorização para as usar em prol da divulgação da história de Macau.
Neste registo em concreto recorri à IA para 'retirar' elementos pessoais e melhorar a qualidade. O enquadramento privilegia o tamanho e beleza proporcionada pela acáçia-rubra. Do lado esquerdo a estátua em bronze do Governador Ferreira do Amaral (hoje pode ser vista nos Olivais, perto do aeroporto de Lisboa). Ao fundo o edifício do Liceu Nacional Infante D. Henrique - inaugurado 10 anos antes - tendo por trás (vista parcial) o edifício residencial Rainha D. Leonor. Do lado direito vê-se uma parte da esplanada que ali existia. A poucas dezenas de metros estava em construção o Hotel Lisboa (inaugurado em Fev. de 1970).
sábado, 23 de maio de 2026
Início da construção do novo Liceu na Praia Grande: Maio de 1956
Há 70 anos tinha início a construção do "edifício novo do Liceu Nacional Infante D. Henrique". Era uma aspiração muito antiga da instituição fundada em 1894. Depois de andar instalada em vários edifícios finalmente iria ter instalações próprias.
Iniciaram-se as obras de construção do edifício do novo Liceu Nacional Infante D. Henrique
recentemente adjudicadas em hasta pública
Esta Província vai ter um novo liceu. Não é necessário destacar a importância deste novo melhoramento, que demonstra, mais uma vez, o especial interesse que merece o problema do ensino, ao Governo de Macau.
Sua Ex.ª o Almirante Joaquim Marques Esparteiro, ilustre Governador da Província, desde a primeira hora em que tomou as rédeas da governação desta parcela portuguesa, dedicou o maior interesse e carinho a tudo que se relacionasse com tão magno problema. Com a construção deste novo edifício de ensino secundário, abre-se, sem dúvida, um novo capítulo na história da instrução e educação da população macaense.
Numa época excepcionalmente difícil, em que a economia de Macau se sente e ressente duma crise grave, torna-se a solução deste problema, ao qual gerações se dedicaram com o maior interesse, sem os desejados resultados, digna dos maiores louvores, pois é fácil governar e fazer grandiosas obras, no "tempo das vacas gordas". Na presente situação o acontecimento representa, porém, uma vitória digna de registo e dos maiores encómios.
O novo Liceu Nacional Infante D. Henrique destina-se a alunos de ambos os sexos e foi projectado pela Repartição Provincial dos Serviços de Obras Públicas, Portos e Transportes. O plano da obra, que mereceu aturado estudo, foi fornecido pelo reitor do Liceu desta Província, com base no estatuto de ensino, em vigor.
Foi adjudicada, como noticiamos, a obra de construção, por mais de 460 mil patacas, o que representa cifra apreciável nos momentos actuais.
O Liceu terá capacidade para cerca de 300 alunos, suficiente, nesta primeira década, e as suas diversas dependências são distribuídas por três pavimentos que constam de:
11 salas de aula, sendo 7 para uma capacidade de 30 alunos e 4, para cerca de 15 a 20 alunos;
uma sala de desenho e de trabalhos manuais;
uma secretaria com arquivo anexo;
uma biblioteca;
um gabinete de física, com câmara óptica, anexa;
um laboratório de química;
um gabinete de ciências naturais, com a necessária disposição de luz que torne possível os trabalhos com microscópios;
museu de ciências naturais;
sala de geografia;
um gabinete para o reitor;
uma sala para os professores;
um salão amplo para palestras culturais, sessões solenes e sessões cinematográficas...
As instalações incluem um ginásio com balneários anexos; uma sala de estar para as alunas com instalações sanitárias anexas; duas salas para a instalação da Mocidade Portuguesa; um arquivo para material didático; uma cantina; um vestiário, uma arrecadação e instalações sanitárias, separadas, para os professores e para os alunos.
O terreno para o novo Liceu fica situado nos aterros da Praia Grande e compreende os talhões que são limitados pela Rotunda Ferreira do Amaral, Avenida Dr. Oliveira Salazar, Avenida D. João IV e Avenida Infante D. Henrique.
O talhão que confina com a Rotunda Ferreira do Amaral foi destinado ao edifício e, o outro, a campo de jogos dos alunos. O edifício ocupará uma área coberta de 2.465,26 metros quadrados e, o campo de jogos, uma superfície de 4.950,00 metros quadrados.
Declarações do Diretor das Obras Públicas
O jornal entrevistou o Senhor Engenheiro José dos Santos Baptista, que forneceu detalhes técnicos sobre a construção.
Estrutura: O edifício será construído em betão armado e os vãos livres serão preenchidos com paredes de blocos de cimento e areia com espessura de 30 centímetros.
Fundações: Devido à natureza das terras (produto de dragagens e lixos nos aterros), a fundação será feita por meio de estacas com comprimento máximo de 12,40 metros, cravadas com bate-estacas mecânicos até atingirem o terreno firme.
Primeira Fase: Compreende as fundações, o betão armado, paredes, revestimento da cobertura, esgotos e canalização de água.
Adjudicação e Prazos: Por despacho de 23 do mês passado, a construção foi adjudicada ao empreiteiro Chui Kei pelo valor de $466.600,00.
Início e Conclusão: Os trabalhos começaram no dia 7 do mês corrente (maio de 1956) e o prazo de execução é de 360 dias.
Excerto da 1ª e 11ª páginas da edição de 13.5.1056 do Notícias de Macau. Esta era apenas a primeira fase da empreitada. O Liceu seria inaugurado em Outubro de 1958 e demolido no início da década de 1990 embora tenha ficado desocupado desde Dezembro de 1985. O liceu passou a funcionar no Complexo Escolar, inaugurado em Janeiro de 1986.
terça-feira, 19 de maio de 2026
quarta-feira, 8 de abril de 2026
quarta-feira, 11 de março de 2026
Dois professores do Lyceu de Macau
Fotografia impressa pelos estúdios "Man-Fook Photographer", localizado no nº 1 e 2 "near the Steam Wharf", ou seja, junto ao Cais dos Vapores no Porto Interior, no Largo da Caldeira.
No cartão fotográfico o texto no topo está escrito da direita para a esquerda, como era tradicional na época.
Chinês: 萬福影相 Transcrição (Pinyin): Wàn fú yǐng xiàng
Tradução: Fotografia Man-Fook (ou "Mil Felicidades")
Na parte inferior 舖在澳門火船頭門牌第二號
Tradução: Loja situada no número 2 do Cais dos Vapores de Macau. (não refere o nº1)
Na fotografia tirada ca. 1899 estão Camilo Pessanha e João Pereira Vasco, na época dois professores do Lyceu de Macau. Tudo indica que se trata do pátio da residência de Pessanha na Praia Grande, junto à Calçada de S. João. Pessanha tem ao seu lado o cão Arminho.
Os dois fizeram parte do primeiro corpo docente do Liceu de Macau inaugurado em 1894 juntamente com Horácio Poiares, Mateus de Lima, Wenceslau de Moraes, entre outros. Em cima, a lista do pessoal docente do Lyceu em 1896.
Pereira Vasco, chegou a partilhar casa com Pessanha, era professor de Geografia e História, a 7ª cadeira do curso do Liceu. Desembarcou em Macau a 12 de Maio de 1894, tendo com ele viajado dois residentes de Macau que regressavam de Lisboa: João Nolasco da Silva, filho de Pedro Nolasco da Silva e Carlos Cabral, filho de João Albino Ribeiro Cabral.
Há outro registo fotográfico dos dois no mesmo local (parte dessa fotografia acima), sabendo-se que chegaram a viver na mesma residência. Pereira Vasco teve um papel muito activo no jornal O Lusitano. Na época existiam outros jornais como o Echo Macaense e A Voz do Crente.
quinta-feira, 20 de novembro de 2025
sábado, 25 de outubro de 2025
sábado, 13 de setembro de 2025
Um "Desafio de Pedibola" e outro de "Foot-ball"
A palavra "futebol" é a forma aportuguesada do inglês "football" - foot (pé) e ball (bola). Antes deste anglicismo vingar outras palavras existiram para designar este desporto: ludopédio, pebol, balípodo, pedibola, bodabolismo... Na década de 1920 - há um século - a palavra "pedibola" ainda era usada como se pode verificar pela notícia publicada no jornal A Pátria a 29 de Abril de 1928.
Outros jornais como A Verdade usavam a palavra original... A notícia abaixo é da edição de 24 de Novembro de 1928 e dá contra de um jogo entre as equipas da Escola Comercial e do Liceu.
sábado, 2 de agosto de 2025
"A Academia" órgão do Liceu
"A Academia" era o "jornal dos alunos do Liceu Central de Macau" teve o primeiro número publicado a 5 de Outubro de 1920. De periodicidade mensal teve uma curta existência sendo publicados apenas 10 números. Nesta altura o Liceu estava localizado no Tap Seac e tinha a 'categoria' de Central. Foi por pouco tempo. Depois passou a "nacional".
Nesta notícia do jornal O Liberal de 4 de Maio de 1922 saúda-se o reaparecimento da publicação. Foi a primeira publicação da instituição.
segunda-feira, 21 de julho de 2025
Anúncio de Advogado em Dezembro de 1900
Anúncio em português e chinês publicado no Boletim Official em Dezembro de 1900 onde Adelino Barbosa de Lemos informa ser "bacharel formado em direito" (Coimbra 1877 a 1884) podendo ser "procurado no hotel Heng Kee". Seria muito provavelmente onde estava a residir.
O hotel Hing Kee ficava na Praia Grande. Adelino Lemos foi ainda professor da 8ª cadeira (philosophia) do Lyceu Nacional - como se escrevia na época - até pelo menos 1910.
Curiosidade: Na edição de 11 de Maio de 1899 do jornal "Resistência" pode ler-se que Adelino era "muito conhecido nesta cidade (Cimbra) do seu tempo de estudante, por aggredir com um chicote o juiz de direito daquella comarca."
domingo, 8 de junho de 2025
sábado, 22 de março de 2025
quarta-feira, 16 de outubro de 2024
Clínica Lara Reis
A Clínica Lara Reis foi inaugurada a 15 de Abril de 1951, após uma subscrição entre os rotários. Foi o primeiro centro de luta anti-cancerosa no Sul da China e também o único nas províncias ultramarinas na época. O edifício foi adquirido em 1988 passando a ser a sede da Cruz Vermelha.
Fernando de Lara Reis nasceu em Leiria em 1892. Frequentou o que é hoje o colégio Militar mas que na época se denominava Escola de Guerra. Participou como tenente aviador na I Guerra Mundial onde veio a sofrer um desastre que o obrigou a reformar-se com a patente de capitão.
Chegou a Macau em 1919 como professor de Desenho, Ciências Naturais e Ginástica do Liceu. Nessa época o Liceu funcionava no Hotel da Boa Vista tendo depois passado para o Tap Seac (hoje ICM). Em 1937/38 exerceu as funções de Secretário no Liceu em acumulação com as de professor. Era reitor Ferreira de Castro.
Chegou a Macau em 1919 como professor de Desenho, Ciências Naturais e Ginástica do Liceu. Nessa época o Liceu funcionava no Hotel da Boa Vista tendo depois passado para o Tap Seac (hoje ICM). Em 1937/38 exerceu as funções de Secretário no Liceu em acumulação com as de professor. Era reitor Ferreira de Castro.
A ele ficaram a dever várias acções de âmbito escolar, tais como a fundação da “Associação Escolar do Liceu” e que esteve na origem da Caixa Escolar (ver edifício ao Tap Seac) no início da década de 1920 bem como do campo desportivo anexo.
| Um "assalto de Carnaval" na década de 1930. Onde assinalei o círculo pode ler-se "Sol Poente" |
Dotado de um grande espírito de iniciativa, para diversão dos alunos, adquiriu mesas de “ping-pong”, uma mesa para xadrez e uma para damas, promoveu a construção de um campo de basquebol, um de voleibol e um de badminton, faziam-se exposições de trabalho escolar, festas de convívio, passeios à China (Choi Hang) utilizando transportes de Companhia de Autocarro “Kee-Kuan”, campeonatos desportivos inter-escolares.
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| Lara Reis com o seu cão na moradia Sol Poente |
Partiu para Portugal em 1940 e daí para o Liceu Afonso de Albuquerque, em Goa onde permaneceu 5 anos. Após a II Guerra Mundial regressou a Macau.
Sócio-fundador do “Rotay Club de Macau”, legou à Santa Casa da Misericórdia de Macau, a sua residência “Sol Poente” na Avenida da República. Mais tarde, por iniciativa dos rotários, foi aí instalada a Clínica «Lara Reis», o primeiro centro de luta anticancerosa do Sul da China .
Sócio-fundador do “Rotay Club de Macau”, legou à Santa Casa da Misericórdia de Macau, a sua residência “Sol Poente” na Avenida da República. Mais tarde, por iniciativa dos rotários, foi aí instalada a Clínica «Lara Reis», o primeiro centro de luta anticancerosa do Sul da China .
Foi ainda fundador em Macau da secção local da “Liga dos Combatentes da Grande Guerra” tendo a sede ficado localizada na torre que ainda hoje existe no Jardim de S. Francisco. Deve-se ainda a ele a construção de um ossário–monumento dos Combatentes da Grande Guerra, que pode ser visto no Cemitério de S. Miguel.
sexta-feira, 6 de setembro de 2024
130 anos sobre o primeiro ano lectivo do "Lyceu" de Macau
Criado no papel em 1893, o Liceu de Macau - "Lyceu" como se escrevia na época - começou a funcionar no ano seguinte, faz agora 130 anos. A história desta instituição centenária é notável e durou até ao final do século 20. Nesses primeiros anos lectivos destaco os nomes de professores como Manuel da Silva Mendes, Camilo Pessanha, Venceslau de Moraes... Só para mencionar alguns.
Estudei no Liceu na década de 1980 tendo ali concluído - no edifício que existia na Praia Grande e que já foi demolido - o que se denominava ensino secundário. Esses tempos de juventude vividos em Macau foram uma das experiências pessoas mais marcantes a vários níveis. O Liceu tinha como patrono o Infante D. Henrique cujo lema era 'Talent de Bien Faire'. O busto que existia no átrio principal do Liceu está actualmente na Escola Portuguesa de Macau e sempre que regresso a Macau vou vê-lo. O Liceu foi para mim a plataforma onde fiz amizades (e alguns namoricos) que ainda perduram e também o espaço privilegiado de liberdade onde tive a sorte de aprender com muitos e bons professores. Por motivos vários uns marcaram mais do que outros. É normal...
Na disciplina de História fui aluno da Professora Beatriz Basto da Silva, uma jóia de pessoa como gosto de a classificar e que ainda hoje me telefona no dia do meu aniversário! Na altura não sabia mas estava a nascer o meu gosto pela história como anos mais tarde se viria a confirmar com os livros que fui publicando e com o projecto que criei em 2008 na internet, o blogue Macau Antigo, de que muito me orgulho e que por esta altura tem perto de 3 milhões de pageviews.
A propósito da Prof. Beatriz, vou revelar um episódio ocorrido por volta de 2005/6. Nas investigações para o livro que estava a escrever sobre o Liceu 'descobri' que havia um hino da instituição. Falei com a Prof. Beatriz que não só me confirmou a existência do dito hino como me disse que o sabia tocar. Passado pouco tempo lá estava eu a caminho de Coimbra (onde ela mora). A viagem foi feita num dia de Inverno horrível em Dezembro. Frio e chuva! Sentada ao piano a Prof. Beatriz tocou o hino que eu gravei e depois pedi ao Senhor Abel Mendes (tinha sido chefe da banda da PSP de Macau) para escrever a partitura. Aos dois estou eternamente grato pelo gesto. Julgo que terá sido a primeira vez que a letra e música do hino foram publicados em livro.
Recordo-me também do Professor Cordeiro, de Educação Física. Muito carismático incutiu-me o gosto pela prática desportiva (que ainda perdura) e considerei-o sempre um bom companheiro, incluindo nas lides da bola e da bolinha (quem esteve em Macau sabe ao que me refiro) quando representei as cores do Liceu. Que orgulho foi conquistar o troféu no Campo Desportivo do Canídromo (salvo erro) de campeão do Campeonato Escolar de Macau.
Ocorre-me ainda o nome da professora Elisa Antunes, de Português. Que mestria e paciência para 'analisar' os meus primeiros poemas. Ainda ganhei uns prémios em concursos ao nível do liceu.
Foi também enquanto estudava no liceu que tive uma disciplina denominada jornalismo. Até então tencionava prosseguir os estudos superiores em Direito mas mudei de ideias. E de um momento para o outro estava a 'trabalhar' na TDM-Rádio Macau onde fiquei com a paixão pela rádio e pela comunicação social, área que viria a seguir tirando o curso superior em Portugal tendo para isso abandonado Macau com muita mágoa.
Por último refiro que no Facebook criei há uns anos um grupo denominado "Antigos Alunos do Liceu de Macau" e que já tem mais de 1500 membros espalhados um pouco por todo o mundo. Para além do convívio virtual, temos feito alguns almoços onde a faceta da solidariedade está sempre presente. Mais uma marca que ficou dos tempos do Liceu de Macau na década de 1980...
PS: Com o livro "Liceu de Macau 1893-1999" estreei-me nas lides da escrita sobre a História de Macau em 2007. Desde então já escrevi outros. Uma meia dúzia. Já me ia esquecendo que foi também no liceu que fiz parte - eleito pelos colegas - da Associação de Estudantes e da Comissão de Finalistas. Mas isso fica para outras memórias.
Texto de João Botas publicado originalmente na edição de Setembro 2024 da Newsletter da Fundação Jorge Álvares.
sábado, 17 de agosto de 2024
Início da construção do Liceu Nacional Infante D. Henrique
Estas duas imagens são de meados da década de 1950 onde pode ver-se o início da construção do edifício do Liceu Nacional Infante D. Henrique na Praia Grande. Seria inaugurado em Outubro de 1958.
quarta-feira, 3 de abril de 2024
Fotos de alunos das aulas de fotografia no Liceu de Macau
Neste post publico alguns exemplares dos milhares de fotografias do arquivo pessoal do professor António Andrade. São fotos de alunos das aulas de fotografia no Liceu de Macau na década de 1980.
Vista da fachada lateral - ginásio do lado esquerdo- onde ficava o campo de jogos virado para o hotel Sintra; em baixo uma vista aérea com o Liceu ao fundo vendo-se à direita a Escola Comercial (actual Escola Portuguesa)
Do arquivo pessoal do professor, que deveria ser digitalizado por instituições com responsabilidade na matéria, fazem parte milhares de registos fotográficos das décadas de 1970 e 1980. O professor privilegiou o registo a preto e branco denotando especial atenção a cenas do quotidiano com enfoque na figura humana.
Entre os muitos trabalhos que fez em Macau (onde chegou em 1974) o professor António Andrade foi ainda responsável pelo grafismo de várias publicações, incluindo capas de livros.
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| O descanso do homem de riquexó |
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| Biblioteca Pública no jardim de S. Francisco junto ao cruzamento da Av. da Praia Grande com a Rua do Campo; ao fundo do lado direito o edifício Ribeiro, ao lado do Cineteatro. |
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| Teatro Nam Van: inaugurado em 1964 já foi demolido |
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| Cidade de Macau vista da Taipa |
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| Mendigo no templo de A-Ma na Barra |
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| Trabalhando em talha (madeira) |
Curiosidade: Um artigo do professor intitulado "Macau Children's Art" foi publicado na conceituada revista Arts of Asia em 1977 e inclui ilustrações dos seus alunos no Liceu.
Agradecimento: ao Miguel Andrade pela cedência das imagens; as legendas são da minha responsabilidade.
quinta-feira, 1 de fevereiro de 2024
quinta-feira, 18 de janeiro de 2024
Pequenos Cantores de D. Bosco: 1962
Audição de Música pelos Pequenos Cantores (Grupo Coral do Colégio D. Bosco) no ginásio do Liceu em Maio de 1962. Era regente o padre César Brianza.
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