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quarta-feira, 30 de abril de 2025

Recordações fotográficas da década 1950

Edifício CTT

Templo de A-Ma

Vista da cidade

Templo de A-Ma

Jardim Camões

Ponte-cais nº1 (Largo do Pagode da Barra)

Estátua Ferreira do Amaral

Autocarro nº 5 no Largo do Pagode da Barra

Jardim S. Francisco (Biblioteca pública chinesa) e Santa Rosa de Lima

quarta-feira, 11 de novembro de 2020

EXCLUSIVO: Memórias de Nona Pio-Ulski Langley - 2ª parte

Nona nasceu a 27 de Agosto de 1947 no hospital Sta. Teresa. Já tinha uma irmã, Lindy, nascida em 1939. O pai, George Pio-Ulski (1910-1994), era músico. Depois do final da guerra em 1945 continuou a tocar com várias bandas, sobretudo em hotéis de Hong Kong e Shangai. Sentia no entanto que precisava de mais tempo para a família
Viria a naturalizar-se em 1946 e mudou o nome para George Parks. E o nome da filha passa de Nona Pio-Ulski para Nona Parks. Em 1948 o pai de Nona arranja um emprego na HK Tramways, a empresa que detinha a concessão dos eléctricos e a família muda-se de Koowlon para Hong Kong. 
Nona e a mãe a bordo do Hung Mien

A 4 de Agosto de 1951, tinha quase 4 anos, Nona foi pela primeira vez a Macau, com os pais e a irmã. A viagem a partir de Hong Kong foi feita no ferry "Hung Mien". "Era a minha primeira grande viagem de barco e estava bastante entusiasmada com aquele fim de semana", recorda Nona. "Na época Macau assemelhava-se a uma cidade costeira do mediterrâneo, muito diferente da agitação de Hong Kong." A viagem demorava perto de 4 horas. "Havia cabines a bordo com beliches, muito úteis nas viagens nocturnas". Ficaram hospedados no hotel Bela Vista. As fotos deste post são dessa estadia.
 Na Porta do Cerco: fronteira com a China
 No Largo do Senado
Baía da Praia Grande: perspectiva a partir da Av. da República

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

1 de Outubro: dia da RPC

A 1 de Outubro de 1949 foi proclamada oficialmente a República Popular da China. Desde essa altura em Macau a data - 国庆节 - passou a ser assinalada com 'arcos comemorativos'  (pailou) como os aqui apresentados (agradecimentos a JD) das décadas de 1960, 1960 e 1970.#
 Numa pesquisa aqui no blogue poderá encontrar mais imagens destas comemorações.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

João Egreja: militar em Macau entre 1945/47

Vista sobre a Praia Grande a partir da Guia
Av. Almeida Ribeiro
Rua dos Mercadores: à esq. vista parcial do teatro/cinema Vitória
Prédios nos então novos aterros da Praia Grande ca. de 1945: em cima a Sé
Edifício dos Correios no Largo do Leal Senado
Parece ser uma parte da Av. Cons. Ferreira de Almeida
O militar João Egreja
Esperando o novo Governador Albano de Oliveira
Guarda de honra ao novo Governador
Guarda de honra ao vice-pres. da China (governo nacionalista), Sun Fo em Setembro de 1947
O convite tinha partido da iniciativa do cônsul de Portugal em Hong-Kong, Eduardo Brazão, que lutou contra todos os obstáculos que o Comissariado Chinês tinha colocado à visita a Macau. A estadia de Sun Fo no território revestia-se de um simbolismo favorável para as autoridades portuguesas. Era importante para a diplomacia portuguesa dar a impressão que se tratava de uma visita oficial, a indiciar um entendimento que a ala mais radical do novo regime chinês não queria ver difundido e propagandeado nos jornais. Quando finalmente Eduardo Brazão conseguiu formalizar o convite, o vice-presidente chinês aceitou ficar uma só noite no Palácio do Governo, evitando quaisquer manifestações oficiais que pudessem deturpar o sentido da visita que era comemorar o aniversário de sua mãe. Apesar da confusão no desembarque do vice-presidente e o aspecto desolador da residência do Governo, descritos por Eduardo Brazão em carta dirigida ao Ministro dos Negócios Estrangeiros em Lisboa (Arquivo MNE), a visita serviu, no mínimo, os intuitos dos portugueses do território.
No jantar, oferecido no Palacete de Santa Sancha, Sun Fo proferiu um discurso improvisado no qual salientou a conveniência em manter a amizade que ligava os portugueses e os chineses : ... porque Macau é, geograficamente, uma extensão dos territórios de Chong San, é bem de ver que a prosperidade e a paz desses territórios se reflecte igualmente no território de Macau e, consequentemente, só há que cuidar e acarinhar a continuação desta situação especial dos dois territórios, de modo que não haja razões que possam destruir as boas e amistosas relações que existem entre os dois povos.
A oportuna visita, associada às declarações de Chiang Kai Chek, foram de grande utilidade para o Governo que assim viu acalmadas as hostes mais acesas contra a administração Portuguesa em Macau.
Vista sobre o Farol da Guia
Em 1º plano o Hotel Macau e depois vista parcial do edifício do BNU
Estátua do Coronel Mesquita
Serviço de Obras Públicas na Rua Pedro Nolasco da Silva
Porta do Cerco destacando-se a estrutura de arame farpado que era atravessada na estrada ao pôr-do-sol quando a fronteira se encerrava
Igreja da Sé
Tancareiras
Em 1º plano - em baixo - o Jardim/Monumento da Vitória e ao fundo a Fortaleza do Monte que por esta altura funcionava como Depósito de Material de Guerra
Coloane em Junho de 1947
Hac Sa em 1947
Ka Ho - 1947
Ka Ho - 1947
Ka Ho - 1947
Militar de carreira; reformou-se com a patente de General;
Imagens cedidas pelo filho, José Egreja, a quem agradeço.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Man Foc - Fotógrafo

Ao longo dos anos tenho encontrado diversas referências a este fotógrafo de Macau na transição do século 19 para o século 20. Graças a esta fotografia pode-se finalmente concluir que a designação correcta do seu nome é Man Foc, e não Man Fook ou Man Took como aparece em muitos documentos que tenho pesquisado. O estúdio de fotografia ficava no Largo da Caldeira, no Porto Interior.