quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Macau a 'tinta-da-china' por Charles Chauderlot


Charles (Carlos) Chauderlot Cortes nasceu em 1952 em Espanha (é filho de pai francês e de mãe espanhola).
Licenciado em Direito e Ciências Políticas intitula-se como "artista viajante".
Em 1997 radicou-se em Pequim e teve acesso a locais que poucos tiveram, nomeadamente à Cidade Proibida. Foi mesmo o único estrangeiro a ter tal privilégio.
Em 2006 mudou-se para Macau e tem pintado o território - em especial o "Macau Antigo" - como outros artistas estrangeiros o fizeram no passado. Desde Chinnery a Fausto Sampaio passando por Smirnoff, Luís Demée, Herculano Estorninho e outros...
Na exposição de 2009 "Macau antes do amanhã" utilizou a tinta-da-china e na altura disse: "Pinto não como uma forma de protesto, mas sim para recordar as paisagens e os edifícios que já não existem" ao jornal O Clarim.
“Gostaria que o centro, o coração de Macau, fosse protegido para que se conserve a alma de Macau. Se alma de Macau estiver protegida, ficarei por cá, tal como Chinnery, até ao final da minha vida. Mas, se Macau se tornar numa cidade como Zhuhai ou Hong Kong… não sei.” Entrevista ao jornal Ponto Final, 13-10-2009 
A mais recente exposição intitula-se "Deuses, Divindades e Rituais" e pode ser vista na Fundação Rui Cunha em Macau até 19 de Janeiro de 2013.
 O autor na inauguração da exposição. Foto FRC

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