segunda-feira, 11 de março de 2013

Museu e Centro de Estudos Marítimos de Macau

O Museu e Centro de Estudos Marítimos de Macau (1987) antecedeu o Museu Marítimo de Macau. (1990) Foi dirigido pelo contra-almirante Manuel Leal Vilarinho. As primeiras instalações ficavam na barra (imagem acima), ao lado do actual Museu Marítimo.
O museu começou por ter um boletim trilingue. O primeiro número saiu em Junho de 1988 
"Os seus objectivos são: Dar a conhecer ao público em geral os artigos relacionados directa ou indirectamente com as actividades marítimas baseadas em Macau, ou com aspectos ligados às navegações, sobretudo portuguesas e chinesas, de preferência as que tenham por tema os Oceanos Indico e Pacífico. A consecução destes objectivos depende da colaboração que conseguirmos. Consideramos que neste número os objectivos que nos propomos foram atingidos. Contámos com a prestimosa disponibilidade de autores que se têm vindo a dedicar a assuntos de natureza marítima e estudaram profundamente os temas que apresentam. E foi gratificante verem-se reunidos trabalhos dum autor brasileiro, duma autora francesa e de autores portugueses."
No segundo número podia ler-se. "Apresenta este segundo número do Boletim Cultural alterações de forma, de conteúdo e até de concepção. As instituições vão crescendo, e é bom e salutar que assim seja, porque a alternativa seria estagnarmos, pelo que, a reflectir este facto, os boletins passarão a ser apenas o espelho das Actividades do Centro de Estudos Marítimos de Macau. O Museu Marítimo de Macau também tem necessidade de comunicar com o público que serve, a população de Macau. Fá-lo-á por intermédio dum Boletim Informativo, que também será periódico mas independente do Boletim Cultural. Nestas condições o Boletim Cultural passará apenas a ter duas secções: uma introdutória, em que se comunicarão os acontecimentos respeitantes ao Centro de Estudos Marítimos que haja necessidade de divulgar, e outra que será o corpo do Boletim, em que figurarão os artigos dos nossos colaboradores, sua razão de ser e sem dúvida a mais importante das duas."
O museu foi ainda responsável pela edição de diversos livros relacionados com a história de Macau e da presença portuguesa no Oriente.

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