terça-feira, 1 de março de 2016

Camilo Pessanha: 90 anos depois da morte

Um dos maiores poetas portugueses morreu a 1 de Março de 1926 em Macau. Aqui pelo blogue são muitos os posts sobre a vida e obra de Pessanha (seleccione a respectiva etiqueta em baixo do lado direito). 
Por altura do 90º aniversário da sua morte - está sepultado no cemitério de s. Miguel - aqui ficam algumas curiosidades, porventura, menos conhecidas. No território onde viveu grande parte da sua vida,  tem uma estátua e uma rua. O seu nome foi ainda perpetuado num edifício e em emissões filatélicas e numismáticas.
Camilo Pessanha foi um dos fundadores do Instituto Macau em 1920, um grupo que agregava a nata dos intelectuais portugueses no território. Nesta imagem o grupo fez uma homenagem a Camões em Macau.
Da Esq. para a Dta: Eng. Eugénio Dias de Amorim, Camilo Pessanha, D. José da Costa Nunes, Com. Correia da Silva (Paço d´Arcos), Eng. Humberto de Avelar, Almirante Hugo de Lacerda Castelo Branco, Dr. Morais Palha, Padre Régis Gervais, José Vicente Jorge, Dr. Manuel da Silva Mendes, Dr. Telo de Azevedo Gomes e Ten. Francisco Peixoto Chedas.
Nota de 100 patacas: emissão de 1984
Na edição de 10 de Junho de 1926 do jornal “O Combate” - cerca de 4 meses após a morte de Camilo Pessanha - era publicado o seguinte anúncio:
“Na casa onde faleceu o Dr. Camilo Pessanha (Praia Grande, 75) estão em exposição, para venda, os objectos chineses por ele coleccionados durante a sua vida. As pessoas e os seus amigos e admiradores que desejem adquirir alguns desses objectos, poderão ali dirigir-se a seu filho, todos os dias das 11 às 19 horas”.
Estátua de C. Pessanha em Macau (com o cão Arminho). Foto de José L. R Estorninho

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