sábado, 9 de abril de 2011

Mulheres em Macau: séculos XVI e XVII

O Centro Científico e Cultural de Macau e o Centro de História de Além-Mar apresentam no dia 14 de Abril, às 18h30, no Auditório do CCCM (rua da Junqueira, 30, Lisboa) o  livro "Mulheres em Macau: Donas Honradas, Mulheres Livres e Escravas - Séculos XVI e XVII", da autoria de Elsa Penalva. Entrada livre.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

O chefe Ângelo e a galinha africana

Dia 13 de Abril ocorre uma homenagem ao chefe Ângelo no IFT em Macau
Reza a história que no início do século XX os soldados de origem africana que prestavam o serviço militar em Macau trouxeram consigo o gosto pelo frango assado. De forma a agradar ao gosto dos chineses - que achavam a carne demasiado seca - em Macau surgiu uma receita muito peculiar. 
O feito deveu-se ao macaense Américo do Rosário Ângelo que começou por fazer furor na Pousada de Macau, na Praia Grande, no final dos anos 50. Nos eventos do 1,2,3 de 1966 equacionou sair de Macau rumo a Timor, mas nunca o fez. Mais tarde seria contratado por Stanley Ho para os hotéis Estoril e Lisboa (Portas do Sol). É então que a receita se torna famosa...
Ao contrário do se conta, nunca foi a África. Visitou apenas Portugal e o EUA. Nasceu em Agosto de 1918  - na Sé - casou em 1958 com Celeste Carolinha de Carvalho com quem teve quatro filhos. Morreu em  Setembro de 1979, quando ainda trabalhava no hotel Lisboa. Tinha 61 anos.
O segredo do sucesso da sua receita de African Chicken deve estar na marinada já que a receita era conhecida e pode ser vista neste recorte de um jornal de Hong Kong na década de 1970.  Inclui óleo de coco e pasta de amendoim. E, claro, picante.
Certificado do chefe Ângelo para um restaurante de Hong Kong nos anos 60.
A Associação dos Macaenses (ADM), com colaboração da Confraria da Gastronomia Macaense, vai organizar em Macau diversos workshops de cozinha macaense tendo como objectivo o a divulgação e promoção da gastronomia local no território. O primeiro workshop acontece já no próximo sábado, dia 9. Os participantes vão aprender a preparar Galinha di Tempo di Caça e Bebinca de Leite.
Para informações adicionais contactar a secretaria da ADM, através do nº 28372252.

Boletim da Província de Macau e Timor

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Dia Mundial do Livro no Museu do Oriente

13 de Abril, Dia Mundial do Livro, o Museu do Oriente organiza mais uma sessão de "Histórias de livros: entre o Ocidente e o Oriente." Desta feita os oradores são Celina Veiga de Oliveira e Rogério Puga. É às 18h30 no Centro de Documentação. Entrada Livre.
Nesta conferência serão abordadas duas obras que incidem sobre Macau, a sua história, os seus costumes, a condição da mulher chinesa e a vida quotidiana em Macau nos séculos XVII-XX, através do olhar de personagens fictícias e reais: A Volta ao Mundo (1940), de Ferreira de Castro, e City of Broken Promises (1967), de Austin Coates. 
Os dois livros já foram alvo de post's aqui no blog. 
http://macauantigo.blogspot.com/2009/04/ferreira-de-castro-1894-1974.html
http://macauantigo.blogspot.com/2009/06/austin-coates-1922-1997.html

terça-feira, 5 de abril de 2011

Albino Ribas da Silva: 1868-1934

A propósito do post anterior, A. Cação enviou-me esta mensagem: "mais uma vez lhe envio um abraço de parabéns pela descoberta e publicação do magnífico trabalho do tenente coronel Albino Ribas da Silva, militar do Quadro de Macau e Timor, que tem descendência em Macau, alguns dos quais estiveram ligados à Cartografia e Cadastro, às Obras Públicas e a outros serviços da Administração." E assim é. Eis um pouco mais de informações sobre este militar.
A imagem, do IICT, é um retrato de Ribas da Silva, que no início do século XX foi nomeado comandante militar da Taipa e Coloane. Foi quando se agravou o problema dos piratas na zona fazendo inúmeros presos entre a população civil chinesa. Por esta altura as ilhas da Taipa e Coloane eram guardadas por um destacamento de pouco mais de 20 homens que, na opinião do padre Manuel Teixeira, "mal chegavam para guardar a fortaleza e o quartel de Ká-Hó, quanto mais para patrulhar as aldeias e as montanhas."
Albino Ribas da Silva nasceu em Portugal (Lamego) em 1868. Em 1892, com 24 anos, já está em Macau onde casa com Domícilia Maria Marques e com quem tem cinco filhos. Em 1931 casa em segundas núpcias com Margarida Cleófa Casanova (dois filhos, nascidos antes do casamento), 34 anos mais nova do que ele. Albino Ribas da Silva morre com 65 anos em 1934.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Atlas ilustrado... feito à mão

Feito à mão, em 1928, este Atlas Ilustrado das Possessões Portuguezas ao Sul da China foi concebido pelo Tenente Albino Ribas da Silva que o ofereceu ao seu amigo, o Major Salvador Pinto da França. Ribas era cartógrafo. Trabalhava para o Ministério da Marinha e Ultramar - Comissão de Cartografia - Macau. Não sei se em comissão prolongada ou numa missão mais específica.
Handpainted Macao atlas made by Albino Ribas da Silva in 1928 to offer to is friend Major Salvador Pinto da França. Lieutenant Ribas was a military cartographer and worked for the "Ministério da Marinha e Ultramar. Comissão de Cartografia. Macau"  





Imagens: a partir de um leilão na internet

domingo, 3 de abril de 2011

Bishop Hill of West Ward

Ermida da Penha na colina do Bispo (ou da Penha) num postal 'pintado' da década de 1950
A Capela de Nossa Senhora da Penha (ou Ermida de Nossa Senhora da Penha/Capela de Nossa Senhora do Bom Parto) é de 1622 (ano da invasão holandesa a Macau). Foi erguida pela tripulação e passageiros de um barco que quase havia sido capturado pelos holandeses, por cima de uma colina, ao lado do baluarte de Nossa Senhora do Bom Parto. Antigamente, a capela servia como local de peregrinação para marinheiros. Em 1837 e 1892 sofreu obras de remodelação e ampliação. Em 1935, o bispo D. José da Costa Nunes completou a amplificação e reedificação da capela e inaugurou a torre sineira.
No adro da capela foi erguida uma estátua da Nossa Senhora do Bom Parto, feito em mármore, de mãos fechadas, de face serena e olhando para o mar, como se ela estivesse a oferecer protecção aos marinheiros e pescadores. Perto da capela, encontra-se uma réplica da gruta da Nossa Senhora de Lourdes, em memória da aparição da Nossa Senhora em Lourdes, França.

sábado, 2 de abril de 2011

Farol da Guia e o tufão de 1874

Na sequência de um post anterior, escreveu-me o amigo Armando Cação informando que antes de 1874 o farol esteve um dia sem funcionar. Parou na noite de 22 para 23 Setembro de 1874 por acção do tufão e logo foi feita uma construção provisória, em madeira para sustentar o mecanismo de iluminação (o Boletim Oficial da época confirma esta informação).
Em 25 Janeiro de 1875 teve início a obra de construção de uma nova torre para colocar o mecanismo anterior. A passagem da iluminação a petróleo para a electricidade obrigou a que em fosse adquirido em França novo equipamento, bem como em 1925.
O Monte da Guia sem o farol após o tufão de 1874 Agradecimentos: A.A. Cação

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Sabia que...

... o cinema "Apollo" inaugurado a 2 de Fevereiro de 1935 se chamava no projecto "Carlton"?
Imagem do final da década de 1930 (autor desconhecido).
Av. San Ma Lou: em frente os Correios e à direita a entrada para o cinema Apollo

quinta-feira, 31 de março de 2011

"Serão macaense": 4 Abril

... com o lançamento das obras "Professora Graciete Batalha", de António Aresta, e "Meio Século em Macau", de J. J. Monteiro. 4 Abril, às 18 h. no Instituto Internacional de Macau - Rua de Berlim, Edf. Magnificent Court, Nº240 - 2º (NAPE) 

terça-feira, 29 de março de 2011

"Olhar Macau com os olhos da China"

No dia 7 de Abril, pelas 18 horas, o poeta e investigador António Graça de Abreu apresentará, no âmbito do SPEM -Seminário Permanente de Estudos sobre Macau - um olhar de Macau a partir da China.
O seminário terá lugar na sala de reuniões, no piso 7 da torre B da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da UNL (no recinto principal da Faculdade), em Lisboa.
"Entre Setembro de 1977 e Maio de 1983 vivi em Pequim e Xangai, com curtas estadias em Macau e em Portugal. Na capital trabalhei durante quatro anos e meio com mais de vinte chineses a quem também ensinei Português. Em Xangai casei com uma mulher chinesa em Fevereiro de 1983. Enfim, a imersão em pleno no mundo chinês.
E Macau, como olhar e entender Macau nesses já recuados anos, a partir de Pequim ou Xangai, com os olhos chineses ou com os meus humildes e transviados olhos portugueses? Na altura falava-se muito pouco de Macau, nada se sabia sobre a cidade que era assunto quase tabu na China. Porquê? Procurarei dar algumas respostas possíveis.
Nos anos (19)80 começa-se a falar de Macau, a saber-se que a cidade existe, a separá-la de Hong Kong, a apontar a data mágica de 19 de Dezembro de 1999 para a reintegração na grande pátria-mãe. Que significado tem tudo isto para o anónimo cidadão Wang, Liu ou Yao habitante de uma vila da Manchúria, de Pingyao, cidade da província de Shanxi, de Chengdu, capital de Sichuan? E hoje, como é? Desde 2003, Macau está aberta às sete ou oito dezenas de milhares de chineses que todos os dias atravessam as Portas do Cerco ou aterram no aeroporto da Taipa para se perderem e perderem nos casinos. Embora os visitantes sejam predominantemente gente da província de Guangdong (com 96 milhões de habitantes!) são também oriundos de toda a China. Um dia e uma noite em Macau, os bolsos vazios, e oregresso a casa, muito para lá das Portas do Cerco.
A minha proposta é conversarmos sobre as origens de Macau e o fascinante (des)entender das gentes do velho e sempre renovado Império do Meio, em tudo a que a Macau diz respeito."
A.G.A.

domingo, 27 de março de 2011

Farol da Guia: foto rara

O farol começou a funcionar no final de Setembro de 1865. O tufão de 1874 provocou enormes estragos acabando por ficar sem funcionar até cerca de 1910, altura em que sofreu uma remodelação (a que conhecemos hoje) e passou a ser alimentado por electricidade e a ter o conhecido sistema rotativo oriundo de França. Diversos post's contam esta e outras histórias e mostram imagens do farol antes e depois da remodelação.
 
AVISO AOS NAVEGANTES
Desde a noute de 24 do mez passado se começou a acender um novo pharol construido na fortaleza de Nossa Senhora da Guia, da cidade de Macau. O pharol está na latitude de 22° 11 'N, e na longitude de 113° 33'E, de Greenwich. A elevação da luz é de 101,5 metros acima do nível do mar, nas mais altas marés de tempo calmo.
A torre do pharol mede 13,5 metros da base à cupola, tem a forma octogonal e é pintada de branco. A lanterna é vermelha. A luz é branca e rotatória, fazendo um giro completo em 64" de tempo. Pode ser vista a 20 milhas, em tempo claro. N'esta distancia, a duração da luz é de 6" e a do eclipse de 58". A 15 milhas, vê-se a luz durante 11" e o eclipse dura 54". A 12 milhas, o maior clarão de luz dura 12", e o intervalo do eclipse (de 52") é cortado pelo aparecimento, quazi instantâneo, de uma luz mais fraca. A 7 milhas, a duração da grande luz é de 14", e a do eclipse de 50", aparecendo no meio d' este a pequena luz, como fica dito. Logo que seja possível se publicarão as marcações pelo pharol para demandar o ancoradouro da rada de Macau.
                            Capitania do Porto de Macau, 2 de Outubro de 1865.
                            João Eduardo Scarnicha,Capitão do Porto

sábado, 26 de março de 2011

Macao Hotel: 27 Novembro 1905


Dinner Menu at the Macao Hotel, November 27, 1905 (Formerly the Hing Kee Hotel). ‎65, Praia Grande, opened in 1880s as Hing Kee Hotel and was rebaptised the Macao Hotel in 1903. Later became the Hotel Riviera. Building demolished in 1971. Currently the Tai Fung bank occupies its space.
No blog existem diversos post's sobre este hotel que no início do século 20 passou a chamar-se "Macao Hotel", antes (desde 1880) conhecido por Hing Kee. Após obras de remodelação nos interiores e exteriores (em 1927) resurgiria como hotel Riviera em 1928 e assim irá permenecer até 1971, ano em que é, infelizmente, demolido. No mesmo espaço está o também muito antigo, banco Tai Fung.
Ficava na esquina da Praia Grande com a San Ma Lou. Em 1948 as arcadas que davam para a rua da Praia Grande foram fechadas. Era 'famosa' a porta em sistema 'revólver'.
Nas imagens uma ementa de um jantar realizado a 27 de Novembro de 1905. Inclui pombo, salada de batatas, caril de camarões, porco com molho de maçã, pudim de pão...

sexta-feira, 25 de março de 2011

Gastronomia de Macau na Escola de Hotelaria e Turismo do Porto

O Turismo de Macau promove no dia 6 de Abril um workshop de gastronomia macaense na Escola de Hotelaria e Turismo do Porto.
O workshop será conduzido por Graça Pacheco Jorge, Confrade de Mérito da Confraria da Gastronomia Macaense, numa iniciativa destinada aos alunos e Chefes da Escola de Hotelaria e Turismo do Porto, à semelhança do que já aconteceu no Estoril.
A iniciativa será também ocasião para uma apresentação de Macau enquanto destino turístico, realizada por Rodolfo Faustino, coordenador do Centro de Promoção e Informação Turística de Macau em Portugal.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Oriente de influência cultural portuguesa

Em Abril, o Clube Militar de Macau será palco de mais uma exposição de postais antigos da colecção de João Loureiro, organizada pelo Instituto Internacional de Macau. A mostra contará com 170 postais fotográficos, datados dos finais do século XIX até aos anos 60 do século passado, que se referem ao Estado da India (Goa, Damão e Diu), Macau e Timor.
"O Oriente que na era quinhentista começou a ser percorrido por navegadores, militares, comerciantes e missionários lusitanos teve a sua matriz na mítica Ilha de Moçambique, por onde passaram, entre tantos outros vultos ilustres, Vasco da Gama, Afonso de Albuquerque, Camões e S. Francisco Xavier. Desde então e até ao último ano do Século XX, quando ocorreu a transferência da administração de Macau para a China, decorreram cerca de cinco centúrias em que, a uma escala global, a língua e a influência cultural portuguesas chegaram a terras distantes do Índico e do Pacífico.
É precisamente esta herança cultural lusitana no Oriente, bem como variados aspectos da paisagem geográfica, urbanística, arquitectónica, social e humana dos territórios por ela impactados - documentados de forma singular e muito expressiva nos bilhetes postais - que esta exposição pretende pôr em relevo, contribuindo, desse modo, para ampliar o seu conhecimento e incentivar a sua preservação." Palavras de João Loureiro
João Loureiro é detentor de uma invulgar colecção de mais de 12 mil postais fotográficos, datados desde finais do século XIX até 1975, que foi reunida numa série de 14 livros e que constitui uma imprescindível fonte iconográfica da presença portuguesa em África e no Oriente. Registos fotográficos que ilustram a História, as Regiões, as Paisagens, as Actividades Económicas, os Povos e os Costumes das antigas colónias portuguesas na época em que as fronteiras de Portugal ainda abrangiam terras de África, da Ásia e da Oceania.
Largo do Senado/San Ma Lou: início década 1950
Veja aqui o livro de postais de João Loureiro sobre Macau: http://macauantigo.blogspot.com/2009/12/postais-antigos-de-macau.html

quarta-feira, 23 de março de 2011

terça-feira, 22 de março de 2011

Macau na pintura britânica do século XIX

Aqui fica o convite.. feito na primeira pessoa por Rogério Miguel Puga... "Mantendo a tradição já mensal do "Seminário Permanente de Estudos sobre Macau", serei eu a apresentar no dia 31 deste mês uma comunicação sobre representações pictóricas do enclave do século XIX, a partir das obras de George Chinnery e de outros artistas que recolhi no espólio inédito nos depósitos e nas paredes do mais antigo museu norte-americano, o Peabody Essex Museum (Salem, MA)."
O Espólio Inédito de George Chinnery (1774-1852) no Peabody Essex Museum (Salem, E.U.A.)
CETAPS (FCSH) 31 Março 2011 18h FCSH - Edifício I&D (Sala 7, piso 0) - Lisboa
Informações adicionais sobre Chinnery neste post, por exemplo
http://macauantigo.blogspot.com/2009/04/george-chinnery.html

segunda-feira, 21 de março de 2011

Ruas de Macau em... Portugal

Para assinalar o 3º aniversário do "Macau Antigo", proponho uma pequena abordagem ao termo "Macau" na toponímia portuguesa. Para além da existência de 'terras' como nome "Macau" no Brasil e em França, existem em várias localidades portuguesas uma "Rua de Macau".
Em Lisboa, na freguesia dos Anjos (numa transversal da Rua do Forno do  Tijolo - ver imagens) a já existente rua recebeu uma nova placa toponímica - à imagem e semelhança das que existem em Macau -  em 1999, aquando da transferência de soberania. Foi o próprio dono da mercearia, instalada ali há mais de 50 anos que me confirmou.

 Vista dos dois lados da rua



Localidades portuguesas (que consegui indentificar, podendo existir outras...) onde existe uma "Rua de Macau": Amadora, Oeiras, Cuba, Alcanena, Elvas, Estremoz, Montijo, Almeirim, Porto, Gondomar, Loures, S. João da Madeira, Vila Real, Queluz. Se souberem de mais...
Placa toponímica existente em Queluz.

domingo, 20 de março de 2011

250 mil visitantes em 3 anos...

Parece que foi ontem mas já passaram três anos. "Macau Antigo" é hoje um projecto consolidado visitado por uma média de 10 mil pessoas todos os meses. Tem 113 'seguidores', 2600 post's e cerca de 10 mil imagens.
Porto Interior e casino flutuante: final década 70

Rua Camilo Pessanha: anos 70
 Ponte Macau-Taipa: anos 80 e Av. Inf. D. Henrique: anos 70
Portugal, Brasil, Macau, EUA, Hong Kong, Canadá, Alemanha, Reino Unido, Austrália e China lideram o top 10 do número de visitantes. Obrigado a todos, destas e de outras proveniências. Obrigado ainda aos que partilham as suas memórias e aos que simplesmente fazem perguntas ou críticas. Em suma, a todos os que desde sempre acreditaram neste projecto. Espero continuar a merecer a vossa confiança que tentarei retribuir com mais e melhores post's em nome da identidade histórico-cultural de Macau.