terça-feira, 4 de junho de 2019

Tiananmen: 1989-2019

A 4 de junho de 1989 (30 anos) o governo da China reprimiu violentamente milhares de jovens estudantes que protestavam há várias semanas na Praça de Tiananmen (Paz Celestial) em Pequim. Os manifestantes exigiam mais transparência e democracia na política das autoridades chinesas.
As notícias do massacre depressa correram mundo e em Macau milhares de pessoas saíram à rua nessa data em solidariedade com as vítimas. Números oficiais do governo chinês apontam para cerca de 200 mortos mas fontes diplomáticas internacionais, nomeadamente o embaixador britânico em Pequim, referiu "pelo menos 10 mil mortos civis" num telegrama que enviou para Londres a 5 de junho de 1989.
Desde essa data, todos os anos,  não só em Macau, como também em Hong  Kong (regiões especiais administrativas da China), ocorrem vigílias para evocar o "banho de sangue" nas palavras da imprensa da época. São mesmo os únicos locais da China onde tais manifestações são permitidas.
Over seven weeks in 1989, student-led pro-democracy protests centered on Beijing’s Tiananmen Square became China’s greatest political upheaval since the end of the Cultural Revolution more than a decade earlier.
Corruption among the elite was a key complaint, but the protesters were also calling for a more open and fair society, one that would require the ruling Communist Party to relinquish control over many aspects of life, including education, employment and even the size of families.
This year marks the 30th anniversary of the bloody crackdown that ended the protest. The Chinese government has never given a clear account of how many were killed. Some oficial documents refered around 200 but international diplomatic sources, including the British embassador in Beijing wrote a telegram to London on 5th june 1989 mentioning "at least 10,000 civillians were killed."

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