sábado, 23 de janeiro de 2010

Documento de 1920

Direcção das obras dos Portos de Macau. Relação de coordenadas rectangulares e cotas dos vertices da triangulação da Província de Macau para construção da carta hidrográfica e usos das obras dos portos.
Da autoria de Justino Henrique Herz - chefe de secção de estudos hidrográficos - foi publicada pela Direcção das Obras dos Portos de Macau em 1921, em Macau, na Imprensa Nacional, sob a direcção de Hugo C. de Lacerda.

Planta, 1927


Planta geral da cidade e novo porto de Macau publicada pela Direcção das Obras do Porto de Macau; carta topográfica de 1927 com as seguintes notas:
Macau em 1840 por W. Bramston
Macau e Territorios Visinhos - Escala 1:80.000
Panoramica
Editada pela Tepografia Mercantil de N. T. Fernandes e Filhos - Macau-1927
Litografada pela "Hongkong Printing Press" - Hongkong 1927
Plano contendo todos os melhoramentos do Porto de Macau, actualisado em Maio de 1927, pelo Engenheiro João Carlos AlvesDirector interino das obras dos Portos e João Barbosa Pires,Chefe da Secção de Propanda do Porto
Farol da Guia Lat - 22º 12'NLong. 113º 34'E (Greenwisch)
Publicado pela Direcção das Obras do Porto de Macau

Planta da Cidade, 1949

Planta da Cidade de Macau publicada pela
Secção Técnica do Instituto de Altos Estudos Militares
Caxias, 1949

Mapa, 1889

Planta da Peninsula de Macau, Lisboa, 1889
A vermelho estão assinaladas edificações militares
Publicada pela Sociedade de Geographia de Lisboa.
Autor: Des. António Heitor
Litografia em papel; colorida; 677x920mm
Carta topográfica publicada em Macau a 15 de Março de 1889
Reduzida e desenhada por António Heitor conductor civil Obs Ps. Macau
Assumpção lith
Lithographia da Imprensa Nacional

Carta Portuária, 1935

Planta da Península e novo porto de Macau da autoria de Ernesto Freire publicada pela Direcção dos Serviçso de Obras Públicas da Colónia de Macau.
Carta portuária de 1935 - Litografia colorida em papel existente no IICT-Centro de Documentação e Informação

Carta Geológica, 1963

Esboço Geológico da Província Ultramarina de Macau, 1963 elaborada por M. J. Lemos de Sousa
Litografia em papel; colorida existente no IICT-Centro de Documentação e Informação
Carta Geológica de 1963 impressa na Imprensa Nacional de Macau

Carta Hidrográfica, 1954

Capitania dos Portos. Carta Hidrográfica da Província de Macau, Lisboa, 1954
Direcção das Obras dos Portos, Capitania dos Portos
Carta hidrográfica em Litografia em papel; colorida; 635x970mm existente no IICT-Centro de Documentação e Informação
Notas
Sondas em metros Referidas ao nível do zero hidrográfico que fica 0,70m abaixo dos máximos baixa-marés de águas vivas
Farol da Guia - visto de SE
Farol de Ka-Hé - visto de NE
Coordenadas geográficas: O Porto Interior dá normalmente bom abrigo. O Porto exterior, encontra-se assoreado. Os fundeadouros da Rada a Se de Macau, estão indicados para fundos de 4 e 5 metros abaixo do zero hidrográfico no Zv = 306º do Farol da Guia. Estes fundeadouros são desabrigados pelo que em caso de tufão devem ser tomadas as maiores precauções
CorrentesOs valores das correntes indicados nesta carta foram determinados em 1948 e correspondem ás maximas velocidades observadas
Carta levantada pela Direcção das Obras dos Portos, publicada em 1928. Sondas actualizadas pelos Serviços de Hidrografia da Capitania dos Portos, em 1954

Carta Portuária ca. 1900

Macau. Fortaleza da Barra até meio da Rua Almirante Sergio. Levantamento hydrographico feitos pelos guarda marinhas: Mesquita, Coelho, Rosado, Amaral e M. Carvalho sob a direcção do 2º tenente Theophilo Ribeiro
Litografia em papel, colorida
Carta portuária existente no arquivo do IICT-Centro de Documentação e Informação

Carta portuária de 1925

Peninsula de Macau e Ilha da Taipa contendo a planta das obras dos portos mostrando não só o que está feito e se vae fazer no Porto exterior mas também um schema de possiveis desenvolvimentos do Porto.
Autor: Eng. Hugo de Carvalho de Lacerda
Litografia em papel; colorida; 520x455mm
In Obras dos Portos de Macau - Memórias e Principais Documentos desde 1924. Estado actual das questões do Porto. Macau, 1925

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Eventos 1,2,3 em 1966: imagens da época

Jipe da polícia derrubado pelos manifestantes
Manifestantes destroem material das instalações Leal Senado
Manifestantes frente ao Leal Senado
Momentos antes do derube da estátua de Nicolau Mesquita
Manifestantes a caminho do Leal Senado (à dta. o BNU)
Informações adicionais em:

Antigos Teatros/Cinemas

Teatro Cheng Peng
Nam Van
Cinema Lido no cruzamento das Avenidas Coronel Mesquita e Almirante Lacerda
Cinema Império na Rua do Campo Cinema Apollo - San Ma Lou (anos 60)
Nota: existem diversos post's nest blog sobre o tema; é só utilizar o motor de pesquisa

Bilhetes de Cinema




Cinema Alegria, desde 1952

A construção foi concluída em 1952, ano da inauguração, na Estrada do Ropouso. Entre os magnatas financiadores esteve Ho Yin. Nos primeiros anos projectava filmes produzidos sobretudo por companhias apoiantes do Partido Comunista sediados em Hong Kong.
The theatre, built in 1952, existed on a staple of classic patriotic films in the early days but now screens films of many different genres, and gives its stage over to Chinese opera performances as the opportunity arises.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Regulamento Oficial do Mah-Jong

Portaria n.º 135/91/M Regulamento Oficial do Jogo de Mah-Jong
Artigo 1.º
Introdução
O jogo de Mah-Jong pode ser jogado de duas maneiras. Aos jogadores é permitido optar entre as duas seguintes formas de jogar: a) Mah-Jong convencional ou b) Mah-Jong simplificado. As duas formas são reguladas pelas normas contidas nas alíneas (a) e (b), respectivamente, dos artigos que se seguem.
Artigo 2.º
1. Material
(a) O material do jogo de Mah-Jong convencional compõe-se de 136 cartas ou pedras, uma chapa com a indicação dos quatro «ventos» correspondentes aos quatro pontos cardeais, três dados e uma mesa apropriada, de forma quadrangular.
(b) O material do jogo de Mah-Jong simplificado compõe-se de 112 cartas ou pedras, uma chapa com a indicação dos quatro «ventos» correspondentes aos quatro pontos cardeais, dois dados e mesa apropriada, de forma quadrangular.
2. Grupo de pedras
(a) O baralho completo de pedras inclui 5 grupos distintos, a saber:
(1) 3 variedades de pedras «trunfos» (encarnada, «hong chông»; branca «pak pán»; verde, «fát chói»), cada uma com 4 peças iguais;
(2) 4 variedades de pedras «ventos» (Este, «tông»; Sul, «nám»; Oeste «sai»; Norte «pak»), cada uma com 4 peças iguais;
(3) 9 variedades de pedras chamadas «bambus» («sók chi»), numeradas de 1 a 9, cada uma com 4 peças iguais;
(4) 9 variedades de pedras chamadas «números» («mán chi»), numeradas de 1 a 9, cada uma com 4 peças iguais;
(5) 9 variedades de pedras chamadas «círculos» («t’ông chi»), numeradas de 1 a 9, cada uma com 4 peças iguais. (b) O baralho completo de pedras inclui 4 grupos distintos, a saber:
(1) 1 variedade de pedra trunfo — a «verde» («fát chói»), com 4 peças;
(2) 9 variedades de pedras chamadas «bambus» («sók chi»), numeradas de 1 a 9, cada uma com 4 peças iguais;
(3) 9 variedades de pedras chamadas «números» («mán chi»), numeradas de 1 a 9, cada uma com 4 peças iguais;
(4) 9 variedades de pedras chamadas «círculos» («t’ông chi»), numeradas de 1 a 9, cada uma com 4 peças iguais.
Artigo 3.º
Procedimento quanto ao jogo
(a) O Mah-Jong convencional joga-se com quatro jogadores ou parceiros. O lugar do banqueiro («chóng») é sempre designado por Este («t’ông»), sendo designado por Sul («nám») o lugar à direita do banqueiro, por Oeste («sai») o lugar oposto ao do banqueiro e por Norte («pak») o lugar à esquerda do banqueiro.
As pedras são arrumadas, com a face voltada para baixo, em 4 filas-duplas formadas por 17 grupos de duas pedras cada um. Arrumadas as pedras, cada parceiro faz avançar a sua respectiva fila-dupla para o centro da mesa, formando, mais ou menos, um quadrado.
No começo de cada jogo, o banqueiro lança os dados no interior do quadrado para determinar a fila-dupla donde as pedras devem começar a ser tiradas. Conta-se sempre da direita para a esquerda, em sentido oposto ao do ponteiro do relógio, a partir do lugar do banqueiro. Se a soma dos dados indicar, por exemplo, 13 pontos, o banqueiro separará da fila-dupla colocada à sua frente 13 grupos, contados da direita para a esquerda, e começará a tirar para si dois grupos (4 pedras) dos quatro restantes, sendo seguido, sucessivamente, pelos parceiros dos lugares Sul («nám»), Oeste («sai») e Norte («pak»). Os parceiros tiram três vezes (2 grupos ou sejam 4 pedras) até cada um ficar com 6 grupos (12 pedras). Em seguida, o banqueiro tira mais duas pedras, alternadamente, da fila de cima, tirando cada um dos restantes três parceiros, dentro da sua vez, mais uma pedra do extremo da fila. O banqueiro é sempre o primeiro a descartar uma pedra.
Cada roda de quatro jogos leva o nome de um dos «ventos» (pontos cardeais). A primeira é chamada roda Este («t’ông hin»), a segunda roda Sul («nám hin»), a terceira roda Oeste («sai hin») e a quarta roda Norte («pak hin»).
São jogados, em princípio, 16 jogos. Contudo, quando o jogo é ganho pelo banqueiro, este retém a banca («chóng») até o jogo ser ganho por outro parceiro, altura em que a banca é passada para o parceiro da direita.
(b) O Mah-Jong simplificado joga-se com um mínimo de 2 e um máximo de 4 jogadores ou parceiros. O lugar do banqueiro é sempre designado por Este («t’ông»), sendo designado por Sul («nám») o lugar à direita do banqueiro, por Oeste («sai») o lugar oposto ao do banqueiro e por Norte («pak») o lugar à esquerda do banqueiro.
As pedras são arrumadas, com a face voltada para baixo, em 4 filas-duplas, formadas por 14 grupos de duas pedras cada um. Arrumadas as pedras, as filas-duplas são avançadas para o centro da mesa, formando, mais ou menos, um quadrado.
No começo de cada jogo, o banqueiro lança os dados no interior do quadrado para determinar a fila-dupla donde as pedras devem começar a ser tiradas. Conta-se sempre da direita para a esquerda, em sentido oposto ao do ponteiro do relógio, a partir do lugar do banqueiro. Se a soma dos dados indicar, por exemplo, 9 pontos, o banqueiro separará da fila-dupla colocada à sua frente 9 grupos, contados da direita para a esquerda, e começará a tirar para si um grupo (2 pedras) dos 5 restantes, sendo seguido, sucessivamente, pelos parceiros dos lugares Sul («nám»), Oeste («sai») e Norte («pak»). Os parceiros tiram duas vezes, pela mesma ordem, até cada um ficar com 2 grupos (4 pedras). Em seguida, o banqueiro tira mais uma pedra da fila de cima. O banqueiro é sempre o primeiro a descartar uma pedra.
Cada roda de quatro jogos leva o nome de um dos «ventos» (pontos cardeais). A primeira é chamada roda Este («t’ông hin»), a segunda roda Sul («nám hin»), a terceira roda Oeste («sai hin») e a quarta roda Norte («pak hin»).
São jogados, em princípio, 16 jogos. Contudo, quando o jogo é ganho pelo banqueiro, este retém a banca («chóng») até o jogo ser ganho por outro parceiro.
Artigo 4.º
Como ganhar o jogo
(a) Para ganhar um jogo, o jogador tem de ser o primeiro a apresentar 14 pedras formadas por 4 conjuntos de três, acrescidos de um par. Os conjuntos podem ser de 3 pedras iguais ou sequências de 3 pedras dum mesmo grupo.
(b) Para ganhar um jogo, o jogador tem de ser o primeiro a apresentar 5 pedras formadas por 1 conjunto de três, acrescido de um par. O conjunto pode ser de 3 pedras iguais ou sequência de 3 pedras dum mesmo grupo.
Artigo 5.º
Modalidades de jogos
(a) (1) Se, no começo do jogo, as pedras tiradas pelo banqueiro formarem 4 conjuntos de três e um par, o banqueiro ganhará de imediato esse jogo. Esta modalidade é designada por «ganho natural» («t’in vu»).
(2) Se qualquer dos jogadores, sem ser o banqueiro, puder formar 4 conjuntos de três e um par com a primeira pedra descartada pelo banqueiro, esse jogador ganhará de imediato o jogo. Esta modalidade é designada por «ganho não natural» («tei vu»).
(3) Sequência («Ch’i») — Sempre que um parceiro descarte uma pedra, só o que está à sua direita a pode aproveitar para fazer uma sequência («ch’i»); fazendo, deste modo, uma sequência, o parceiro perde o direito de adquirir outra pedra nessa jogada, sendo ainda obrigado a deixar aberta na mesa a sequência de 3 pedras do mesmo grupo e descartar uma pedra. Porém, aquela pedra não pode ser aproveitada para sequência se qualquer dos outros dois parceiros a quiser para fazer um «p’ông» (conjunto de 3 pedras iguais) ou «kóng» (conjunto de quatro pedras iguais).
(4) Trio de três pedras iguais («Pông») — Tendo um par na mão, o jogador pode fazer um «p’ông» com pedra igual descartada por qualquer dos outros parceiros. Fazendo «p’ông», o jogador tem de, por sua vez, descartar uma pedra e deixar o trio do «p’ông» aberto na mesa.
(5) Quatro pedras iguais («K’óng») — Tendo um trio ou 3 pedras iguais na mão, o jogador pode fazer um «k’óng» com a quarta pedra igual descartada por qualquer dos outros parceiros, sendo este «k’óng» chamado «kóng» aberto. Chamar-se-á «k’óng» fechado se a quarta pedra igual for por ele comprada. O jogador que tenha já um «p’ông» feito na mesa e compre a quarta pedra igual, faz um «k’óng» (aberto ou fechado) tem de tirar mais uma pedra do fim da última fila-dupla de pedras, a fim de continuar na posse de 13 pedras. Qualquer conjunto de 4 pedras iguais é considerado como sendo conjunto de 3.
(6) Direito ao ganho («Chit vu») — Sempre que uma pedra descartada sirva a mais de um jogador para ganhar o jogo, o direito de ficar com ela para ganhar cabe ao que estiver mais próximo (em sentido oposto ao do ponteiro do relógio) do jogador que descartou a pedra.
(b) (1) Se, no começo do jogo, as pedras tiradas pelo banqueiro formarem um conjunto de três e um par, o banqueiro ganhará de imediato esse jogo. Esta modalidade é designada por «ganho natural» («t’in vu»).
(2) Se qualquer dos jogadores, sem ser o banqueiro, puder formar um conjunto de três e um par com a primeira pedra descartada pelo banqueiro, esse jogador ganhará de imediato o jogo. Esta modalidade é designada por «ganho não natural» («tei vu»).
(3) Não é permitido neste jogo fazer-se sequência aberta («ch’i») ao trio aberto («p’ông») com o aproveitamento da pedra descartada por um dos jogadores. Pedra descartada só pode ser aproveitada para ganhar o jogo.
(4) Quatro peças iguais («K’óng») — Tendo um trio ou 3 pedras iguais na mão, o jogador pode fazer um «kóng» com a quarta pedra igual descartada por qualquer dos outros parceiros, sendo este «kóng» chamado «kóng» aberto. Chamar-se-á «kóng» fechado se a quarta pedra igual for por ele comprada. Todo o jogador que faça um «kóng» (aberto ou fechado) tem de tirar mais uma pedra do fim da última fila-dupla de pedras. Qualquer conjunto de 4 pedras iguais é considerado como sendo conjunto de 3.
(5) Sempre que uma pedra descartada sirva a mais de um jogador para ganhar o jogo, o direito de ficar com ela para ganhar cabe ao que estiver mais próximo (em sentido oposto ao do ponteiro do relógio) do jogador que descartou a pedra.
Artigo 6.º
(a) (1) Jogo mínimo («Kai vu») — É o jogo de graduação mais baixa no Mah-Jong. Inclui um a três conjuntos de 3 pedras iguais sem valerem como «fán» nem como «fán» dobrado.
(2) Jogos de 1 «fán»
Conjunto de trunfo — A qualquer conjunto de 3 pedras iguais do grupo de trunfos (branca, verde ou encarnada) é atribuído 1 «fán».
Conjunto de vento da roda — Ao conjunto de 3 ou 4 pedras iguais do grupo de ventos, desde que as pedras do conjunto correspondam ao vento da roda (por exemplo, trio de Este («tóng») feito na roda Este), é atribuído 1 «fán».
Conjunto de vento do lugar — Ao conjunto de 3 ou 4 pedras iguais do grupo de ventos, desde que as pedras do conjunto correspondam ao lugar do jogador (por exemplo, trio de Oeste («sai») feito pelo jogador, ocupando o lugar Oeste é atribuído 1 «fán».
Aproveitamento da pedra dum «kóng» (Ch’eóng kóng) — Quando o jogador ganha com a pedra adquirida por outro parceiro, que com a mesma pedra, iria fazer um «kóng» aberto, dá-se um aproveitamento de «kóng». Ao jogo ganho deste modo é atribuído 1 «fán».
Ganho derivado dum «kóng» (Kóng seong fá) — Sempre que faça um «kóng» (aberto ou fechado) o jogador tem de adquirir uma pedra do fim da última fila-dupla. Ganhando esse jogador com a pedra assim adquirida, 1 «fán» é atribuído ao seu jogo ganho.
Trios («Tôi-tôi-vu») É atribuído 1 «fán» ao jogo ganho com conjuntos de 3 pedras iguais e um par (sem qualquer sequência, isto é, somente «p’ôngs» ou «kóngs».
Sequências e par («P’êng vu») — É atribuído 1 «fán» a todo o jogo ganho, formado apenas com sequências e um par, desde que o par não seja de pedras trunfos, nem de pedras ventos, correspondendo ao vento da roda ou ao vento do lugar ocupado pelo jogador que ganha (sem qualquer conjunto de 3 pedras iguais).
«Wân iat sêk» — É atribuído 1 «fán» ao jogo ganho formado por pedras dum mesmo grupo (bambus ou números ou círculos) e pedras trunfos ou pedras ventos sem valerem «fán» ou «fán» dobrado.
«Hoi tai lau yuet» (Última pedra) — É atribuído 1 «fán» ao jogo ganho com a última pedra da jogada.
Pedras trunfos («Siu sam un») — É atribuído 1 «fán» ao jogo ganho com dois conjuntos de pedras trunfos e um par da terceira pedra trunfo.
Pedras ventos («Siu sei hei») — É atribuído 1 «fán» ao jogo ganho com três conjuntos e um par de pedras, todos do grupo de ventos.
Conjunto de 1, 9, trunfos ou ventos («Fá iu-kau») — É atribuído 1 «fán» ao jogo ganho formado por conjuntos de pedras com marcação numérica 1 ou 9 e outras pedras dos grupos trunfos ou ventos.
(3) «Fán» dobrado («Leong fán») (Graduação máxima)
É atribuído «fán» dobrado:
Ao ganho natural («t’in vu»).
Ao ganho não natural («tei vu»).
Duplo «fán» («Seong fán») — Quando se ganha um conjunto de 3 pedras iguais do grupo de ventos, conjunto que corresponda, simultaneamente, tanto ao lugar do jogador em relação ao banqueiro, como à roda em que o jogo decorre. Exemplo: estando o jogador a ocupar o lugar Sul («nám») à direita do banqueiro, o conjunto por ela feito mostra a pedra Sul e a roda do jogo é também Sul.
«Kóngs» sucessivos («Kóng seong kóng») — Quando, num «kóng», a pedra que o jogador adquirir no fim da última fila-dupla calhar ser a 4.ª doutro conjunto de 3 pedras iguais que tenha na mão, esse jogador fará novo «kóng», adquirindo, por conseguinte, nova pedra no fim da última fila-dupla. Ganhando o jogo com esta pedra, o ganho é contado como «fán» dobrado.
«P’êng vu» dum mesmo grupo («Wân iat sêk p’êng vu») — Ao jogo ganho formado apenas com sequências de pedras dum mesmo grupo (bambus ou números ou círculos) e um par de pedras, mostrando vento que não corresponda ao nome da roda nem do lugar do jogador em relação ao banqueiro.
Pedras dum mesmo grupo («Ch’êng iat sêk) — Ao jogo ganho que apresente todos os conjuntos (sejam sequências, sejam pedras iguais) de 3 pedras dum mesmo grupo (bambus ou números ou círculos) e um par do mesmo grupo.
Treze chamadas («Sap-sám iu») — Ao jogo ganho formado com uma pedra de cada um dos números 1 e 9 de cada grupo, uma pedra de cada um dos 3 trunfos e uma de cada um dos 4 ventos acrescidas de uma pedra que seja igual a qualquer das indicadas.
Conjunto de trios fechados («Kan-kan vu») — Ao jogo ganho formado apenas por trios fechados e um par, sem ter aproveitado pedra descartada por qualquer dos parceiros e sem ter feito qualquer «kóng».
Conjuntos de trunfos («Tai sam un») — Ao jogo que inclua 3 conjuntos de pedras trunfos.
Conjuntos de ventos («Tai sei hei») — Ao jogo ganho que inclua 4 conjuntos de pedras ventos e qualquer par.
Conjunto de 1 e 9 («Cheng iu») — Qualquer jogo ganho formado apenas por conjuntos de pedras com os números 1 e 9 (grupos de três pedras e um par).
Conjuntos de trunfos e ventos («Chun chu») — Qualquer jogo ganho formado apenas por conjuntos de pedras trunfos e ventos.
(b) (1) Jogo mínimo («Kai vu») — É o jogo de graduação mais baixa no Mah-Jong. Inclui qualquer combinação diferente das especificadas no parágrafo seguinte — um «fán».
(2) Um fán
Quando o jogador ganha com a pedra adquirida por outro parceiro que, com a mesma pedra, iria fazer um «kóng» aberto, ao seu jogo ganho é atribuído um «fán».
Quando o jogador ganha com a última pedra da jogada, ao seu ganho é atribuído um «fán».
Quando se ganha com a pedra trunfo «fát chói», a este jogo ganho é atribuído um «fán».
Artigo 7.º
Pagamentos de jogos ganhos
O banqueiro paga sempre a dobrar a qualquer dos três parceiros que ganhe o jogo, recebendo sempre a dobrar de todos quando calha ser ele a ganhar o jogo.
Artigo 8.º
Comissão da Casa
De todos os jogos ganhos a Casa cobra uma comissão de acordo com a seguinte tabela:
(...)
Artigo 9.º
Normas gerais
(a) (1) Uma vez descartada, a pedra não pode ser recolhida.
(2) O parceiro que, numa jogada, anuncie «p’ông» e desista de o fazer perde o direito de ganhar o jogo em que tal aconteça.
(3) Não é permitido ver as pedras de outros parceiros em qualquer altura do jogo. Porém, fazendo-o inadvertidamente, o parceiro não poderá, nesse jogo, fazer qualquer «kóng».
(4) O parceiro que ganhe um jogo não pode receber montante superior ao do seu capital em jogo.
(b) (1) Uma vez descartada, a pedra não pode ser recolhida.
(2) Não é permitido ver as pedras de outros parceiros em qualquer altura do jogo. Porém, fazendo-o inadvertidamente, o parceiro não poderá, nesse jogo, fazer qualquer «kóng».
(3) O parceiro que ganhe um jogo não pode receber montante superior ao do seu capital em jogo.
Artigo 10.º
Normas especiais
(a) (1) No caso de «conjuntos dum mesmo grupo» ou seja «ch’êng iat sêk», o jogador é obrigado a suportar a perda dos outros dois parceiros se a pedra por ele descartada servir para completar o jogo do quarto parceiro que tenha à vista sobre a mesa 3 ou 4 conjuntos de pedras do mesmo grupo.
(2) Também no caso de «conjuntos dum mesmo grupo» ou seja «ch’êng iat sêk», o jogador é obrigado a suportar a perda dos outros dois parceiros se a pedra por ele descartada servir para o 4.º conjunto do quarto parceiro que tenha à vista sobre a mesa 3 conjuntos de pedras do mesmo grupo e se esse quarto parceiro, na jogada a seguir, adquirir pedra para ganhar.
(3) No caso de «conjuntos de trunfos» ou seja «tai sam un», ou no caso de «conjuntos de ventos» ou seja «tai sei hei», o jogador é obrigado a suportar a perda dos outros dois parceiros se a pedra trunfo ou pedra vento por ele descartada servir para completar o jogo do quarto parceiro.
(4) O jogador é obrigado a suportar a perda dos outros dois parceiros se, tendo na mão a 4.ª pedra do grupo de trunfos ou do grupo de ventos, não a descartar, preferindo descartar outra pedra que venha a completar o jogo do quarto parceiro.
(5) O jogador é obrigado a suportar a perda dos outros dois parceiros se, não estando à espera de pedra para ganhar, descartar uma pedra dum conjunto de 3 que tenha na mão e essa pedra servir para completar o jogo do quarto parceiro.
(6) O jogador é obrigado a suportar a perda dos outros dois parceiros se, estando à espera de pedra para ganhar, desfizer o seu jogo com o descarte duma pedra que venha a servir para completar o jogo do quarto parceiro.
(7) Ao fazer uma sequência («ch’i») ou trio («p’ông»), se o jogador recolher pedra errada da mesa ou expuser, de entre as que tem na mão, pedras de conjunto diferente, o erro só pode ser rectificado antes de chegar a sua vez de comprar pedra. Se abrir as pedras para indicar que ganhou, sem ter corrigido o erro, esse jogo é considerado «nulo», sendo o jogador obrigado a indemnizar os restantes três parceiros.
(8) O jogador, sendo banqueiro, que declare ganhar, mas com jogo considerado «nulo», é obrigado a indemnizar os restantes três parceiros, pagando-lhes importância equivalente a «fán» dobrado. Não sendo banqueiro, o jogador é obrigado a indemnizar o banqueiro com importância equivalente a «fán» dobrado e aos restantes dois parceiros com importância equivalente a um «fán»,
(9) O jogador não é obrigado a suportar a perda dos outros dois parceiros ao descartar uma pedra que sirva para completar o jogo do quarto parceiro, se este jogo for «ch’êng iu», isto é, formado apenas por conjuntos de pedras com os números 1 e 9, ou «chun chu», isto é, formado apenas por conjuntos de pedras trunfos e ventos,
(10) O jogador não é obrigado a suportar a perda dos outros dois parceiros ao descartar uma pedra que sirva para completar o jogo do quarto parceiro, se a pedra descartada for pedra do grupo de trunfos ou ventos, que não esteja à vista na mesa.
(b) (1) O jogador é obrigado a suportar a perda dos outros dois parceiros se, tendo na mão a 4.ª pedra trunfo («fát chói»), não a descartar, preferindo descartar outra pedra que venha a completar o jogo do quarto parceiro.
(2) O jogador é obrigado a suportar a perda dos outros dois parceiros se, estando à espera de pedra para ganhar, descartar a pedra dum conjunto de três pedras iguais que tenha na mão, servindo essa pedra para completar o jogo do quarto parceiro.
(3) O jogo é considerado «nulo» quando o jogador abrir as pedras para declarar que ganhou, sem a necessária combinação de pedras conforme se indica no artigo 4.º deste regulamento. O jogador, seja ele banqueiro ou não, que declare ganhar, mas com jogo considerado «nulo», é obrigado a indemnizar os restantes três parceiros, pagando-lhes importância equivalente a um «fán».
(4) O jogador não é obrigado a suportar a perda dos outros dois parceiros ao descartar uma pedra que sirva para completar o jogo do quarto parceiro, se a pedra descartada for pedra trunfo que não esteja à vista na mesa.

Mah Jong: um 'vício' popular


Hoje em dia (1985), viver em Macau e em Hong Kong pode ser descrito como algo de muito emocionante, senão mesmo enervante. Muitas pessoas participam em diversos tipos de actividades ou convívios sociais após um maçador dia de trabalho, de forma a animar as suas vidas monótonas. Em muitas das ocasiões de convívio social, o Mah Jong surge como um instrumento necessário para reunir grupos.
Não importa que se esteja a fazer uma visita a amigos ou a participar numa cerimónia. Em qualquer tipo de reunião encontrar-se-á gente a jogar Mah Jongg e o contrário é que será extraordinário. Provavelmente ter-se-á que se sentar sozinho à parte se não souber jogar. Não há dúvida que o Mah Jong tem sido o jogo mais popular e tradicional entre os chineses, mesmo comparado ao poker e ao xadrês.
Em Macau e Hong Kong, das pessoas que se conhece ou com quem se contacta, mais de 80% sabem jogar Mah Jongg e muitas gostam de o jogar, podemos dizer, que desde a criação deste jogo que a sua função é mais a de servir como pretexto para encorajar as relações sociais, do que como jogo de azar. Este é um dos jogos tradicionais mais largamente praticados em Hong Kong.
Sabe-se que os antropólogos levaram a cabo alguns estudos sobre os diversos tipos de jogos e classificaram-nos em três grupos básicos: os que recorrem à energia física; tal como o boxe e a luta romana; os de azar tal como o lançamento de dados; e finalmente os tácticos, tal, como por exemplo o xadrês. No que diz respeito ao Mah Jong no seu início tem-se de baralhar em primeiro lugar as peças e colocá-las duas a duas em quatro filas separadas. Lançam-se então à sorte três dados (ou dois ou um) para decidir quem e onde começar a distribuir as peças e isso é decidido apenas pela sorte. No entanto, enquanto se joga, o modo como se actua quando se descarta cada uma das peças, entre as treze que se têm na mão de modo a evitar que os outros jogadores ganhem e se possam ganhar no mais breve espaço de tempo e com o maior número de pomos possível.
Os antropólogos descobriram que os jogos de azar reflectem as crenças supersticiosas das religiões e deuses da sociedade, os jogos tácticos reflectem um certo grau de complexidade da estrutura quer política quer económica da sociedade. Peritos no assunto dizem que a maneira de ser do jogador do Mah Jong pode ser facilmente detectada, não podendo de modo algum ser ocultada durante o jogo. Muitas pessoas crêem que conseguiriam passar o tempo de lazer fácil e agradavelmente a jogar Mah Jong. Todos os factos mencionados acima respondem à questão de se saber porque é que o Mah Jong é tão popular e atraente. Não é necessário mas convém conhecer o modo como se joga o Mah Jong. Se assim não for o nosso prestígio social enfraquece sempre que nos perguntem se o sabemos jogar. E o verdadeiro jogo de azar que excita a atrai os humanos e o Mah Jong é em si mesmo um jogo de azar embora não seja o único.
A história do Mah Jong é um mistério. Ninguém sabe dizer quando e como apareceu. O que vai ser contado a seguir deve ser tomá-lo apenas como uma história ou lenda que faz alusão à história deste jogo. A China era uma das quatro civilizações mais antigas da Terra. Mas o Mah Jong devido ao seu encanto pôde, por sorte, ser praticado até hoje. Mas pergunta-se: quem teria criado este jogo? Como é que ele era no princípio? Como é que ele chegou à forma actual? Foi dito que este jogo foi em tempos jogado com cartas em vez das peças que hoje em dia são utilizadas. Uma lenda conta a razão para esta substituição do seguinte modo: Mah Jong era um jogo tão popular, que os funcionários do Império (governo) prestavam pouca atenção no seu trabalho para jogar ao Mah Jongg o que irritou o imperador e o levou a proibir a prática daquele. Foram os habitantes dos barcos que continuaram a jogar pois, a execução da ordem não se conseguiu impôr entre as «gentes flutuantes». As cartas podiam ser lançadas pelo vento ao mar e molharem-se. Por isso, foram substituídas por peças de osso. Diz-se que o Mah Jong foi criado há cerca de 800 anos na dinastia Yuen. Este género de jogo de origem chinesa chegou ao Ocidente na década de vinte do século XX.
O Mah Jong é melhor jogado com três participantes. Cada um dos participantes joga individualmente. A cada um deles é atribuído o nome de um vento Leste, Sul, Oeste e Norte. Na primeira jogada os ventos são decididos após os jogadores estarem colocados nos seus lugares. Um dos jogadores lança três dados. O número dos dados decide quem é o Leste e os outros ventos são designados a partir do Leste no sentido oposto ao dos ponteiros do relógio. Se o jogador que é o vento de Leste não ganhar na primeira jogada, os ventos passam à volta da mesa também no sentido oposto ao dos ponteiros do relógio. Então o Leste passa a ser Norte, o Sul torna-se Leste o Oeste passa a Sul e o Norte torna-se Oeste e assim por diante nas jogadas seguintes. Se o jogador que é o vento Leste ganha a jogada, retém o mesmo vento na jogada seguinte.
As peças do Mah Jong são de osso, mármore, bambú, madeira ou plástico. O desenho das peças varia. Os jogos comprados no Ocidente têm geralmente números árabes ao canto e as letras que indicam os quatro ventos. Um jogo padrão é constituído por 144 peças, 136 das quais são usadas no jogo. Quatro «flores» e mais quatro «estações». Estas oito peças são usadas para duplicar os pontos e, multas pessoas, costumavam Jogar sem elas. De entre as peças utilizadas no jogo existem as peças do ventos, as do dragão e três diferentes tipos cartas: peças numeradas de um a nove e existem quatro de cada tipo de peças. Os jogadores reúnem conjuntos de peças com o objectivo de completar os seus jogos, de acordo com a maneira prescrita. Os pontos são contados após cada jogo e o vencedor é o jogador que obtém o maior número de pontos quando o jogo termina.
Artigo de de Peter Lio publicado na artigo da revista Nam Van nº 8 de Janeiro de 1985

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Filme de Jackie Chan, 1983

Jackie Chan's Project A - scene filmed in Macau at Our Lady of Carmel Church in Taipa. 1983.
Cena do filme "Project A" de Jackie Chan rodado em Macau em 1983:
na imagem junto à igreja da Taipa (vê-se ao fundo).

"Fist of Fury" filmado em Macau em 1971

Hong Kong dedicou-lhe uma estátua... Em Macau os serviços de turismo ainda não se lembraram de colocar uma placa a assinalar o feito. Macau não pode viver só e eternamente dos casinos. Há outro tipo de turista que é preciso conquistar. E não é só de Bruce Lee que Macau se pode orgulhar de ter sido escolhido como local de rodagem de filmes importantes na história do cinema. Para mais informações pesquise neste blog...
Em Outubro de 1971 estreia The Big Boss em HK. Será este filme que vai catapultar Bruce para a fama. A meados desse mês - tinha eu acabado de nascer - Bruce Lee ruma até Macau para fazer um novo filme que vai ficar conhecido por vários nomes: A Fúria Oriental, Fist of Fury, Chinese Connection, A Fúria do Dragão... Curioso é que este foi o 4º nome a ser escolhido para título.
A rodagem das cenas exteriores é feita em Macau. O filme é uma produção de Hong Kong e todos os interiores do filme são rodados num estúdio em HK. Teve um orçamento de 200 mil dólares de HK. E foi a primeira vez que num filme de HK um ocidental tem um papel principal.
Imagem fornecida por Marcos Ocaña Rizo autor do Livro "Bruce Lee, o homem por trás da lenda": cena rodada nas traseiras das Ruínas de S. Paulo
It was through these very park gates that Bruce Lee attempted to pass in Fist Of Fury (aka The Chinese Connection). Though the scene was set on Shanghai’s Bund, it was filmed in Macao, along with all the other exterior shots for the film.
Filming also included Camoes garden gate - the famous "No dogs or Chinese allowed" scene...
pretende reproduzir um sinal que existia de facto num jardim em Shangai
That sign was at the entrance to the Huangpu Park in Shanghai

Signs date back to the pre-World War II period when various European (particularly British) and American districts were established in Shanghai, and these foreigners did not want their parks fouled by dogs and Chinese (not that the latter left any deposits, just that their presence was not desired in these exclusive parks).
The famous movie by Bruce Lee, "Fist of Fury", contains a scene who was shot in Camoes Garden, Macau. The character played by Bruce walked to a garden in Shanghai, where the area was ruled by Japanese invaders at that time. A sign showing "dogs and Chinese not allowed to enter". Bruce was then rejected by the indian guard in front of the garden. A japanese character walked past (the actor playing this role is called Yuen Wah, who attended the same Martial Arts School with Jackie Chan and Sammo Hung) asked Bruce to bend down and pretend a dog. Bruce was so angry that combat Yuen Wah and then destroy the insulting sign with his feet.
Rua D. Belchior Carneiro - imagem retirada do filme
This is a scene from Bruce Lee's Fist of Fury. All exterior shots were done in Macau in 1971.

28 de Janeiro 1956

A 28 de Janeiro de 1956 - dia de aniversário do Governador Marques Esparteiro - foi lançada à água a lancha "28 de Janeiro". Feita a homenagem a cerimónia apesar de apelidade de "simples" pela imprensa da época, contou com a presença, cerca do meio nas Oficinas Navais, junto do estaleiro duma das docas, dos mais altos representantes do Governo, represnetantes da comunidade chinesa, forças militares e policiais. "A Srª Drª D. Laurinda Marques Esparteiro (mulher do governador) lançou sobre a quilha da lancha uma taça de espumoso português, após o que a lancha deslizou na rampa em direcçãoà água."
A construção durou 32 dias e foi supervisionada pelo engenheiro maquinista naval, primeiro tenente Fernando Nunes. A lancha entou de imediato ao seriço da Comissão do Plano de Fomento "para a deslocação das pessoas directamente ligadas ao fomento das ilhas da Taipa e de Coloane, presentemente em activo desenvolvimento."Fotografia da década de 1960: lancha com 26,5 pés de comprimento, 7,5 pés de boca máxima, calado de dois pés e duas polegadas e com uma velocidade de cruzeiro de 16 nós. Desloca 2,437 toneladas e tem lotação para 12 pessoas, com bom tempo e 8, com mau tempo. Foi construída em teca. A propulsão feita por um motor diesel da marca "Perking" com 100 Cv de potência.

Situação financeira em 1940

"As finanças de Macau acusaram em 1940 uma prosperidade digna de registo. O saldo da gerência acusou $ 1.209.406 patacas. As receitas cobradas durante o ano foram muito superiores às previstas e as despesas inferiores às que haviam sido orçamentadas. A colónia saldou em 1939 a sua dívida à Metrópole, que se previa amortizável em 42 anos. Não tem assim dívidas e, pelo contrário, créditos sobre as outras colónias e nomeadamente um de $609.756 patacas, que emprestou à colónia de Timor. Macau é hoje uma verdadeira colmeia humana. A acomodação da população que, em consequência da guerra, ali afluíu tornou-se sobremaneira difícil."
in Boletim Geral das Colónias nº 204, 1942

Década 1970: Liceu na Praia Grande