
“Quem não conhecer Macau de visu, não poderá fazer idéa das belezas naturais que ornam aquela nossa pérola do Extremo Oriente. Gozando duma prosperidade, hoje inegualada por qualquer outra das nossa colonias, mercê dos milhões de patacas auferidos pelo Estado, com os monopólios do fabrico do opio, do jogo do fan-tan, das loterias do san-pio e p´u-pio, do sal, etc (...)
O seu segundo documentário é já do final da década de 1920 dando uma entrevista à revista Cinéfilo, publicada no nº 98, de 5 de Julho de 1930.
As imagens acima (Av. Almeida Ribeiro) são de um documentário (sem som) de 1935 intitulado "Macau cidade progressiva e monumental" com a duração de 6 minutos. Nas imagens podem ver-se Baía da Praia Grande, avenidas principais, riquexós, edifícios públicos e Leal Senado, Portas do Cerco, jogo do "Clu-Clu" pelo Ano Novo, jardins das Obras Públicas e Gruta de Camões, Porto Interior, movimento do Porto.
Sobre Macau Manuel Antunes Amor produziu e realizou os seguintes títulos:
Macau (1924) e Macau (1928); Porto de Macau (1935); Macau - Aspectos Pitorescos (1935) e Macau - Cidade Progressiva e Monumental (1935).
Sobre Macau Manuel Antunes Amor produziu e realizou os seguintes títulos:
Macau (1924) e Macau (1928); Porto de Macau (1935); Macau - Aspectos Pitorescos (1935) e Macau - Cidade Progressiva e Monumental (1935).
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