"O traje da mulher macaense: da saraça ao dó das nhonhonha de Macau" é o título de uma obra de Ana Maria Amaro editada pelo ICM em 1989.
Saraça: do malaio sarásah, tecido de algodão.
Dó: inicialmente usado pelas raparigas que estavam de luto aliviado e mais tarde também pelas mulheres casadas. As cores predominantes eram o verde escuro, lilás, rosa e preto. Composto por saia de lã às riscas verticais de barra preta com “silvas” bordadas; avental escuro com motivos florais ou geométricos; camisa bordada a azul nos punhos e ombreiras; algibeira e colete em geral azuis, o último sobriamente enfeitado com barra de veludo preta; lenço de cabeça e meio-lenço do peito roxo com ramagens e franjados; meias brancas de algodão rendadas e chinelas.
Saraça: do malaio sarásah, tecido de algodão.
Dó: inicialmente usado pelas raparigas que estavam de luto aliviado e mais tarde também pelas mulheres casadas. As cores predominantes eram o verde escuro, lilás, rosa e preto. Composto por saia de lã às riscas verticais de barra preta com “silvas” bordadas; avental escuro com motivos florais ou geométricos; camisa bordada a azul nos punhos e ombreiras; algibeira e colete em geral azuis, o último sobriamente enfeitado com barra de veludo preta; lenço de cabeça e meio-lenço do peito roxo com ramagens e franjados; meias brancas de algodão rendadas e chinelas.
A autora voltaria ao tema com a publicação do artigo "A mulher macaense, essa desconhecida" na Revista de Cultura nº 24, de 1995.
Sem comentários:
Enviar um comentário