Há 100 anos, a 1 de Março de 1926, uma segunda-feira, morria na sua casa na Rua da Praia Grande às 8 da manhã, o poeta português Camilo Pessanha (1867-1926), que, em Macau, foi durante muitos anos advogado, juiz, professor do liceu e coleccionador de obras de arte.
Duas horas depois parte substancial da sociedade macaense, ainda sem saber da notícia, comparecia para a inauguração do edifício sede do BNU, muito perto da casa onde vivia Pessanha. A cerimónia contou com a presença do governador de Macau, Maia de Magalhães, do bispo D. José da Costa Nunes, "e tudo quanto Macau conta de mais distinto", segundo uma notícia do jornal "A Pátria".
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PS: Existem em arquivo várias publicações sobre os dois temas - basta utilizar o campo de pesquisa - e em breve publicarei mais.